domingo, 17 de novembro de 2013

PARÓQUIA DE CHAPADINHA - VIVER A ALEGRIA E A BELEZA DA FAMÍLIA


Na hora em que nossa Paróquia é visitada por uma imagem da Sagrada Família que tenta criar comunhão entre todas as famílias do Maranhão, faz-nos bem lembrar a importância da Família e reavivar todas as formas de a promover. 

Entre nós, é triste a situação e ainda vai atrasado o processo de fazer reinar o amor conjugal, de criar ambiente educativo da fé para os filhos, de viver a fidelidade a compromissos assumidos. Não se centraliza a atenção no essencial. Fica-se na imediata atração, na busca exagerada do prazer sexual, na exibição vaidosa e hedonista do corpo, na materialidade bestial da existência humana. Mas a família cristã é uma riqueza tão grande e necessária que merece mais esforço de todos e apoio do Estado, da Igreja e das comunidades. 

Ela é chamada a tornar-se comunidade de fé, de graça e de oração, escola das virtudes humanas e cristãs e lugar do primeiro anúncio da fé aos filhos. Para isso, o Papa Francisco, no seu estilo simples e incisivo, aconselhava na Peregrinação Internacional das Famílias em Roma, no dia 27 de Outubro passado: 

1)- Rezar – a oração é a característica fundamental da família cristã. Simplicidade! Rezar juntos o Pai Nosso antes das refeições, recitar o terço em família é bonito e dá força. A oração fortifica a família. 

2)- Conservar a fé – Família cristã é santuário de fé, lugar onde se transmite e conserva a fé. Mas a fé não se conserva num cofre. São Paulo conservou a fé, defendeu-a, anunciou-a, irradiou-a, levou-a aos confins da terra. Não a podemos conservar só para nós. Temos que ser capazes de partilhar nossa fé mediante o testemunho de acolhimento, de abertura aos outros. 

3)- Viver a alegria -  a harmonia entre esposos faz viver a alegria da beleza da fé, da presença de Deus na família, do Seu amor misericordioso e respeitador de todos. “Só Deus sabe criar a harmonia das diferenças”.

“EU, EU...” E MAIS NADA!


A época em que vivemos é um tempo em que só vale o “eu”. “Eu, eu, eu... e mais nada!” Por isso, predomina, em nosso tempo, a cultura do “troca-troca”: troca-se de compromisso, troca-se de partido, troca-se de igreja, troca-se de parceiro ou parceira, troca-se de família, troca-se de time... (Bem, eu prefiro ficar com o meu “Vasco” nem que ele ganhe só o último lugar!). Meus pais não trocaram de família. Eu não trocarei de Instituto nem de Igreja. Não aceito ser “troca-tintas”. 

A mim me ensinaram que tenho que ser forte na dificuldade, que, como um barco à vela, tenho que ter um mastro real, um ideal na vida, uma direção a seguir. Uma coisa, exatamente porque custa, é que tem valor: fortalece minha vontade, prepara-me para coisa pior que venha. Mas hoje não é assim. 

Tudo é provisório, descartável, acidental, trocável, sem grande interesse... Já não vale a palavra, nem o compromisso firmado, nem a idéia que escolhemos para nortear a vida. Vale o pragmático, o epidérmico, o superficial, o momentâneo nem que seja uma enganosa ilusão. Rompe-se o contrato, busca-se outra esposa, abandona-se os filhos, fere-se o amor, rasga-se o combinado... 

Vive-se um individualismo caprichoso, uma época em que vale o “eu,eu” acima de tudo e de todos. Esquece-se o “nós”. Parece uma época de crianças teimosas, de adolescentes irresponsáveis, de pessoas maníacas, preguiçosas, sem vontade... ao sabor do vento. Sua rota de felicidade não passa pelo esforço nem pela renúncia. Não se busca a felicidade. 

Vive-se do que se encontra. “Eu te amo até me cansar. Cansado, vou procurar outra pessoa. Afinal, não sou de ferro!”. “Eu fico até me dar jeito!”. “Eu quero que uma coisa seja eterna, só enquanto dura!”. “Sou católico, mas não sou praticante!”. Ao batizar crianças é quando eu mais sinto o resultado de tudo isto. Aí se nota como o essencial é desprezado e reinam os efeitos do provisório, do acidental... Metade das crianças não traz pai, nem se sabe quem é. São “filhos do capim”, feitos por acaso, por instinto, por falta de controle. 

E se pergunto: e agora gente? – Logo vem a resposta: Deus dá o jeito!  Deus hoje deve ter muito que fazer, porque as pessoas só fazem o que lhes apetece. O outro vale enquanto é pasto para satisfazer interesses de alguém. Satisfeitos estes, o outro não conta.

É um mero detalhe que se esquece, um acidente que desaparece. Por isso, até Deus fica de lado. Eu, eu, eu... e mais nada. E o eu cai no vácuo e também acaba por nada valer. Por isso, estamos numa época em que é preciso trocar valores por interesses, opções por acasos, projetos por ilusões, compromisso por aventuras... Mas a vida verdadeira exige o contrário.

É urgente acautelar-se da armadilha da facilidade, evitar o perigo da dependência de uma vida esfrangalhada.



1. Hoje, domingo, dia 17, vamos benzer, inaugurar e entregar à comunidade de Nossa Senhora do Bom Parto, na Tigela, um pequeno Novo Centro Catequético. Custou cerca de R$45.000,00. São três salas, dois banheiros e uma sacristia. Também receberam pequenas melhorias os espaços vazios circunvizinhos. Convidamos as outras comunidades para se fazerem presentes ao ato que iniciará às 16.30H. Depois da benção será celebrada Eucaristia na capela da comunidade.

2. A construção do Novo Centro da comunidade de S. António, no bairro da independência, já saiu dos alicerces. Vai ficar com duas salas, um pequeno salão e dois banheiros.

3. Mais de 100 jovens da catequese estão realizando hoje no Novo Castelo uma missão jovem.

4. P. Casimiro, Irmã Prudência e alguns leigos, representantes de pastorais participaram em Brejo na Assembléia das Pastorais.

5. Uma menina da comunidade de S. Pedro, do Campo Velho, escreveu, há semanas, uma carta ao Papa Francisco dizendo o que fazia na Paróquia e declarando seu apreço à sua ação. Pois o Santo Padre leu sua carta e mandou-lhe uma resposta, com algumas lembranças, incentivando-a a continuar missionária na sua comunidade e a benção para ela e sua família.
6. Continua a ser causa de forte admiração aquilo a que chamamos grave omissão das instituições públicas, sobretudo jurídicas, de Chapadinha o desinteresse perante o interesse público que devia merecer o acontecimento da Tiúba.


Além do confronto com a paróquia, há um retrocesso no estado de direito e uma violação grave aos direitos humanos. Sabemos, finalmente, que o Sr. Dr. Juiz mandou fazer inquérito e de Brasilia, da Ouvidoria Agrária Nacional, o Desembargador Gercino José da Silva Filho mandou o Sr. Dr. Douglas Nojosa da Promotoria de Direito Público de Chapadinha, na condição de fiscal da Lei, atuar nos termos da legislação penal para que sejam apurados os culpados e aplica a responsabilização. O caso foi comunicado a entidades de S. Luis que irão elaborar processo judicial. A Sociedade dos Direitos Humanos, a CPT e a FETAEMA estão já em posse da documentação. A nossa principal tristeza é ver como o fato, pouco e tardiamente, impressionou as Instituições de Direito em Chapadinha.

7. O evento “IRRADIE Fé!” vem já causando muito interesse na Paróquia. Além de folhetos, cartazes e adesivos, estão a ser visitadas escolas e comunidades. Queremos que seja a grande homenagem da Paróquia a Cristo Rei Universal, nosso Senhor e Salvador. O evento começará com o Santíssimo Sacramento, saindo da Matriz e levado em procissão solene com velas e com a presença de todas as forças vivas da Paróquia. Vamos começar a concentra-nos às 18.30H para sair às 19.00H. Dirigir-se-á para a Praça do Povo onde será recebido solenemente. Haverá algum tempo de adoração que terminará com a benção. Depois recolherá a uma barraca no meio da praça: a “shekiná”, lembrando a Tenda do Encontro dos judeus na travessia do deserto. Seguir-se-á a celebração da Eucaristia. Os cânticos estarão a cargo do novo Coral da Paróquia dirigido pelo Prof. Tiago. A festa continuará com um Show pelo conjunto jovem de São Luis





quarta-feira, 13 de novembro de 2013

PARÓQUIA DE CHAPADINHA - 2ª DENÚNCIA: O RIDÍCULO DA ANÁLISE DOS ACONTECIMENTOS DA TIÚBA


Não se dá tréguas ao ridículo. O individualismo é insaciável. Retrocede o estado de direito. Afronta-se a lei. Será que a punição do crime é adiada? Para quando o inquérito sobre o acontecido?
Não necessitamos de palavras. 


Há palavreado a mais. Não precisamos de coisas. Estamos cheios de coisas e coisinhas. Os armazéns do real ou real e noventa e cinco já chegam. 


Não precisamos de mais bebidas. Sobram os viciados em bebida por toda a parte. Não necessitamos de mais comida. Se há famintos, abunda também quem precise de esforço para emagrecer. Não necessitamos de política.


 O que falta é sensibilidade ao bem comum. A sociedade apodrece com tanta politicagem. Leis? – Há-as até em abundância demasiada. Só falta quem as aplique aos poderosos, atrevidos e de influência social. 


O povo? – esse está calado, amedrontado com tanta violência, falando pela surdina e, mas também não falta quem ache que poderoso tem que mostrar que tem poder. Afinal são 500 anos de tradição.


 Há dias li na internet um pensamento que me impressionou: o povo parece ter força de leão quando protesta na rua, mas, quando precisa atuar, esconde-‘se como paca e, quando vai votar, prefere a estupidez do jumento. 


Necessitamos é de gente, homens e mulheres com maturidade e educação, porque canalha tem demais. Necessitamos de valores. 


Sobram, nojentamente, interesses, individualismo, ganância do poder e sofreguidão para enriquecer. Precisamos de opções pelo bem comum. Busca da satisfação da vontade própria é o que mais se vê. E não há desenvolvimento sem moral e ética. Esta é a realidade!
No caso da Tiúba, quem foram as instituições sociais a condenar o criminoso ato?


É preocupante a apatia das Instituições de direito, grave a omissão perante o acontecido. Passa, para o grande público, a impressão que são máquinas movidas só a sangue. Só quando morrer alguém é que atuam. E tem muita gente a afirmar que é representante do povo, aliado dos necessitados, que torce pelos pobres, mas, agora, defendeu mais e primeiro que a máquina usada para destruir a capela e as habitações não era da Prefeitura (o que ainda falta provar!).


E o acontecimento da Tiúba é grave, criminoso e abusivo. Faz retroceder o estado de direito em Chapadinha. É afronta à Paróquia que nunca se intrometeu na contenda. 


É incentivo ao crime. Causa instabilidade social. Custa aceitar que os culpados ainda não tenham sido  condenados. Até parece que tudo foi feito sem querer! Será que se espera que morra gente, que vá haver outro acontecimento igual ( já houve um anterior em 8 de Junho que foi esquecido!)..


 Tudo que aconteceu merece averiguação pormenorizada e rápida e punição dos culpados. Chapadinha não pode voltar ao passado. 




































       veja comentário do FACEBOOK:

“A verdade é que estas pessoas que tem o costume de ganhar a vida fácil,como antes ganhavam, tipo Banco do Estado do Maranhão.antigo BEM que passou para o Bradesco e etc,etc querem continuar neste mesmo marasmo exacerbado de sempre querer o alheio..Diga-se de passagem,mais este caso como da localidade Tiúba.Uns envenenavam os poços,que serviam para matar a sede das pessoas. Agora,derrubam-se casas,destroem as pessoas o que ainda tem por vir.”

terça-feira, 12 de novembro de 2013

PARÓQUIA DE CHAPADINHA - O RIDÍCULO DA ANÁLISE AO ACONTECIDO NA TIÚBA.



O RIDÍCULO DA ANÁLISE AO 

ACONTECIDO NA TIÚBA.



Não se dá tréguas ao ridículo. O individualismo é 

insaciável. Retrocede o estado de direito. Afronta-se a 

lei.


Será que a punição do crime é adiada? Para quando o 

inquérito sobre o acontecido?

Não necessitamos de palavras. Há palavreado a mais. 

Não precisamos de coisas. Estamos cheios de coisas e 

coisinhas. Os armazéns do real ou real e noventa e cinco 

já chegam. Não precisamos de mais bebidas. Sobram os 

viciados em bebida por toda a parte. Não necessitamos 

de mais comida. Se há famintos, abunda também quem 

precise de esforço para emagrecer.




Não necessitamos de política. O que falta é sensibilidade 

ao bem comum. A sociedade apodrece com tanta 

politicagem. Leis? – Há-as até em abundância 

demasiada. 



Só falta quem as aplique aos poderosos, atrevidos e de 

influência social. 



O povo? – esse está calado, amedrontado com tanta 

violência, falando pela surdina e, mas também não falta 

quem ache que poderoso tem que mostrar que tem 

poder. Afinal são 500 anos de tradição. Há dias li na 

internet um pensamento que me impressionou: o povo 

parece ter força de leão quando protesta na rua, mas, 

quando precisa atuar, esconde-‘se como paca e, quando 

vai votar, prefere a estupidez do jumento. Necessitamos 

é de gente, homens e mulheres com maturidade e 

educação, porque canalha tem demais. Necessitamos de 

valores. 



Sobram, nojentamente, interesses, individualismo, 

ganância do poder e sofreguidão para enriquecer. 

Precisamos de opções pelo bem comum. Busca da 

satisfação da vontade própria é o que mais se vê. E não 

há desenvolvimento sem moral e ética. Esta é a 

realidade!




No caso da Tiúba, quem foram as instituições sociais a 

condenar o criminoso ato? É preocupante a apatia das 

Instituições de direito, grave a omissão perante o 

acontecido. Passa, para o grande público, a impressão 

que são máquinas movidas só a sangue. Só quando 

morrer alguém é que atuam. E tem muita gente a afirmar 

que é representante do povo, aliado dos necessitados, 

que torce pelos pobres, mas, agora, defendeu mais e 

primeiro que a máquina usada para destruir a capela e as 

habitações não era da Prefeitura (o que ainda falta 

provar!). E o acontecimento da Tiúba é grave, criminoso 

e abusivo. Faz retroceder o estado de direito em 

Chapadinha.



É afronta à Paróquia que nunca se 

intrometeu na contenda. É incentivo ao crime. Causa 

instabilidade social. Custa aceitar que os culpados ainda 

não tenham sido  condenados. Até parece que tudo foi 

feito sem querer! Será que se espera que morra gente, 

que vá haver outro acontecimento igual ( já houve um 

anterior em 8 de Junho que foi esquecido!)... e só então 

punir os culpados?



Tudo que aconteceu merece 

averiguação pormenorizada e rápida e punição dos 

culpados. Chapadinha não pode voltar ao passado. 


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

PARÓQUIA DE CHAPADINHA -A PARÓQUIA DENUNCIA O ACONTECIDO NA TIÚBA

A PRIMEIRA MISSA NA TIÚBA, HÁ CINCO ANOS,EM 2008



A respeito do caso tão falado nesta semana que aconteceu na propriedade Tiuba em que uma máquina pesada e populares armados destruíram uma capela e algumas casas, a Paróquia vem a público, mais uma vez, informar:

1. A Paróquia demorou denunciar o acontecimento no lugar da Tiúba pela sua gravidade e complexidade e necessidade de averiguar bem o que aí se passou. Já em Junho passado houve uma outra ação arbitrária no local com invasão de casas e tiros à uma e meia da manhã e amedrontamento de famílias. Depois dos fatos recentes e reincidentes, a Paróquia se admirou da pouca importância dada e oficializou às Autoridades para evitar que se repetisse as arbitrariedade, no que foi imediatamente atendida. Mas esse louvável interesse não deve fazer esquecer a gravidade dos acontecimentos anteriores ou levar a pensar que ele se deu sem querer. É criminoso e grave o acontecido. Exige análise e punição.


2. A situação não é fruto de uma invasão. Por interesse do fazendeiro e com permissão dele foram para lá, há anos, várias famílias. A partir de Junho passado começaram atos violentos para retirar as famílias por novos interesses do proprietário. Não será demasiado exigir rapidez num jogo de interesses individuais com conseqüências muito pesadas para várias famílias?


3. Uma habitação não é uma barraca de lona que se monta e desmonta com rapidez. Habitação tem raízes afetivas e efetivas. E ter uma habitação é direito de todo o cidadão.


4. Vivemos em estado de direito. Nem agora nem nunca a Paróquia pretende analisar o mérito ou o desfavor dos processos em curso no tribunal, embora ache que é enorme a morosidade do julgamento.


5. Agora não houve sentença judicial a justificar o acontecido. Fazer justiça por próprias mãos, de uma maneira arbitrária e por meios violentos é crime. E isso foi o que aconteceu. Colocou em perigo vidas humanas, incentivou a arbitrariedade e o crime e causou instabilidade social.


6. A destruição da capela, construída pelas famílias que aí viviam, é uma afronta grave à Paróquia e às pessoas que aí se congregavam. Ofende também o direito à liberdade religiosa.


7. O grupo criminoso e armado de populares, contratado, que aí se deslocou a apoiar a destruição e a amedrontar as pessoas merece ser investigado e punido. Os integrantes são bem conhecidos. Responsabilizamos o fazendeiro e as autoridades omissas ou com tomada de posição demorada por aquilo que resultar de vingança motivado pela denúncia.


8. O uso de armas e a proibição de, posteriormente, alguém entrar no local, pelo fechamento dos caminhos públicos, é crime e abuso grave. Reacende velha prática de antigos processos praticados pelos latifundiários da região, é retrocesso no estado de direito em que vivemos e abuso grave e perigoso à população.


9. Não se queira abafar a gravidade do crime praticado com especulações sobre a origem da máquina usada. Isso também merece ser investigado, mas é coisa secundária. Pretensões políticas não se devem sobrepor ao procedimento judicial.


10. Exigimos que, o mais rápido possível, se levante inquérito policial sério e imparcial do acontecimento e que sejam julgados e punidos os mandantes e os agentes operacionais. O fato é público, noticiado sobejamente pelos Meios de Comunicação Social locais, testemunhado por pessoas dignas de fé e que, livremente, podem depor para elaborar o processo. E ainda estão verificáveis os efeitos do acontecido no local.


11.Caso haja demora não justificável que tente esquecer ou atenuar a gravidade do acontecimento, promoveremos uma movimentação na rua e um processo popular, pois há muitas pessoas indignadas com o que aconteceu. E tudo está sendo comunicado a instâncias superiores do Estado, como: FETAEMA, Sociedade dos Direitos Humanos, CPT. E não vamos parar por aqui.

FAMÍLIA, VIVE A ALEGRIA DA FÉ!

Ao No último fim de semana de Outubro ocorreu em Roma a peregrinação internacional das famílias no âmbito do Ano da Fé. Presentes mais de 100.000 pessoas.

 O Papa Francisco falou aos casais e presidiu à missa de encerramento. Nota interessante: enquanto o Papa falava com os casais, uma criança aproximou-se dele, abraçou-o, deslocou-lhe o micro... mas o Papa não se incomodou com a situação. Continuou a falar e sossegou a criança acariciando-lhe a cabeça. E fez gesto para que ninguém arrumasse o pequeno. 

Mas suas palavras às famílias foram muito importantes. Disse o Papa que a vida familiar deve ser marcada pela alegria e harmonia que apenas “Deus sabe criar”. “Sem o amor de Deus que sabe criar harmonia no meio das diferenças, o ambiente familiar perde a harmonia, prevalecem os individualismos e apaga-se a alegria”. 

“Não são as coisas superficiais que dão alegria às famílias, mas sim a alegria que vem da harmonia profunda entre as pessoas, uma harmonia que todos experimentam no coração e que nos faz sentir a todos a beleza de estarmos juntos, de nos lermos uns aos outros no caminho da vida”. “A família que vive em alegria, que comunica entre si espontaneamente, é sal para a terra e luz para o mundo, porque tem a presença de Deus. Por isso, vive unida pelo seu amor acolhedor, misericordioso e respeitador”. 

Usando sempre um tom informal, o Papa perguntou às famílias se rezavam em comum e se davam testemunho de sua fé. “Vocês podem rezar juntos o Pai Nosso, em torno da mesa e rezar o terço em conjunto como uma família. Isso é algo muito bonito e dá muita força”. Lembrou também a figura de S. Paulo que não fez da “fé um bem privado”, mas a compartilhou através do testemunho. 

“As famílias cristãs são famílias missionárias!” O tema da peregrinação era exatamente: “família, vive a alegria da Fé!”


“SER CATÓLICO NÃO PRATICANTE”! – SERÁ QUE PODE?

Se alguém me disser que é político, mas não praticante, eu compreendo. Não pratica política, porque faz politicagem. E isso é mau! Mas quando alguém me diz: “sou católico não praticante”, eu ouço, calo, engulo em seco, mas não compreendo. (Bem, às vezes também não consigo calar!) 

Mas que quererão dizer esses senhores ou senhoras que se dizem que são “católicos não praticantes”? Que está por debaixo dessa afirmação tão contraditória? Quererão eles ou elas dizer que crêem em Deus, em Jesus Cristo e na Igreja, mas que não gostam de cerimônias litúrgicas, ritos oficiais, padres clássicos? Será que se sentem superiores aos outros cristãos vulgares e não conseguem misturar-se com eles? Será que, se a igreja não tivesse exigências morais, eles seriam praticantes? 

Ou será que estão com Deus só até onde o Evangelho não exigir mudança de vida ou com a Igreja só até onde ela não interferir no seu bolso, no seu pensar ou na sua libertinagem? Mas que quererá dizer “católico não praticante”? – Você compreende um bombeiro não praticante? Gostaria de ter um goleiro não praticante no seu time preferido? Que pensa de um professor não praticante para seus filhos, de um empregado não trabalhador no seu comércio, de uma cozinheira que não queira cozinhar em sua casa para lhe fazer a comida? Que pensa de um ser humano não praticante? Dá para viver? 

Que pensar de tudo isto? Por mim, não compreendo, nem me esforço por compreender, porque acho tudo isto ser muito contraditório e sem sentido. Vivo, mas não estou aí para querer viver. Que coisa tão esquisita! Então, quer matar-se? E matar a vida em graça é o que muitos fazem quando não querem praticar. Quem não come, morre. Quem aprende línguas estrangeiras, mas não pratica, esquece. 

Sindicalista que não cumpre os seus deveres perde os direitos de defesa. Casamento onde não há gestos de conquista ou amor perpetuado caminha para o divórcio, para a separação. Com religião não praticada, acontece o mesmo. Perde-se a fé, esquece-se Deus e envereda-se por caminhos arbitrários. Perde-se o senso da moralidade. Por nós mesmo, só temos uma fraca sensibilidade ao sagrado. Como um pequeno fragmento. 

A fé é um dom de Deus. E Deus atua na comunidade. Deus salvou-nos e salva-nos em família. Deus ajuda-nos a desenvolver a fé na comunidade, através da ajuda dos outros a nós e por nós deseja ajudar os outros. Quem se afasta da comunidade, afasta-se de Deus.

 Olhem o que diz a Bíblia: “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles”(Olhem bem estas palavras!) Desejar estar só em religião, é mesmo ficar sozinho! É não querer progredir! É engaiolar-se no seu egoísmo e pensar que aí pode ser feliz, mesmo , como passarinho na gaiola, cantando, sozinho!


  E  s  p  a  ç  o   i  n  f  o  r  m  a  t  i  v  o

1. Uma imagem da Sagrada Família anda percorrendo o maranhão e chegará à nossa Paróquia na próxima sexta feira, à igreja do Pai Eterno, na Corrente, às 19.30H. Virá para o Bairro da Cruz, no sábado à noite, antes da missa. Será encaminhada para a Matriz, no domingo, antes da missa das 08.00H. Ficará aí todo o dia. Na segunda feira, irá para a Aparecida onde será celebrada missa às 20.00H, seguindo logo para a capela da Sagrada Família, no Bairro Novo. E daí, à tarde para S. Benedito.


2. Domingo próximo, pelas 17.00H será a inauguração do novo Centro Catequético da Tigela. Agradecemos a quem ajudou a comunidade a preparar a capela para possuir a presença do Santíssimo.


3. Hoje, domingo está a decorrer a Assembleia Paroquial da Pastoral da Família.


4. Hoje será também celebrado o dia da Juventude que tem animado eventos na Praça da Matriz nestas últimas noites. Muito seria para desejar que os jovens de nossa Paróquia reacendessem o antigo e bom costume de fazer grupos de reflexão como alguns que já existem em algumas comunidades. Jovem, também tem uma missão na Igreja!


5. Na sexta feira, o Pároco recorreu às rádios locais para publicar a sua análise ao acontecimento da Tiúba. Achamos que o que se passou foi um abuso grave ao estado de direito e a destruição da capela uma afronta à paróquia e ao direito de liberdade religiosa.


6. Já se começou a abrir as cavas do novo Centro catequético de S Antônio, no bairro da Independência. Assim que fizermos os arranjos e pintura em Terras Duras começaremos a construção.
  


7. Durante a semana, 5 pessoas participarão da assembléia Diocesana das pastorais em Brejo.


8. Ficou decidido que os encontros do grupo de Crisma serão efetuados nas terças feiras, depois da missa da tarde, pelas 18.20H, na Matriz. As presenças serão controladas e só poderão faltar um dia.


9. Durante a semana foram visitadas as comunidades do interior: Murici, Pitombeira, Fifil (Alto Alegre), Jerônimo, s. Maria do Graco e Lagoa dos Farias. Vimos, com satisfação, o trabalho nos caminhos que está a ser realizado, por aquelas bandas, com as máquinas da Prefeitura.


10. Os ensaios com o coral, a banda e o grupo de coreografia estão em ritmo animado, como preparação para o “IRRADIE FÉ!”. Pedimos que as pessoas do coral não faltem aos ensaios para depois poderem participar no “IRRADIE FÉ”. Vamos colocar todo o entusiasmo nesse evento que celebrará Cristo Rei Universal, início de um Novo Ano Litúrgico, encerramento do Ano da Fé, incentivo às Santas Missões Populares e 40 anos de caminhada das CEBs na nossa Paróquia.


11. Terça feira haverá início de um grupo dos Homens do Terço na Corrente.


12. A primeira mensalidade (10$) da Escola de Música Papa Francisco deverá ser paga até sexta-feira, dia 15 de novembro - após o pagamento, será entregue o cartão de aluno. Àqueles que pagarem depois desta data, será aplicada uma porcentagem adicional. Fiquemos atentos à abertura de inscrições para as aulas de instrumento, que iniciarão em breve - apenas para os alunos que já se encontram inscritos e freqüentam as aulas de Formação musical.