Nós cristãos acreditamos que vivemos em comunhão com aqueles que já morreram. Existe entre nós um sentimento que continua nos ligando a eles. Este sentimento de comunhão para com os mortos nos faz cuidar de seus sepulcros, enfeitá-los,. Levamos flores e velas. Este é um modo humano de vivenciar o sentimento de amor e comunhão. Como quem carrega a tocha olímpica, que passa de mão em mão pelo globo terrestre sabe que a humanidade não depende daquele pequeno foguinho, mas que é um simbolismo profundo. Pondo flores e velas nos túmulos, ou como noutras culturas, alimentos, valorizamos a profundidade do sentimento e do simbolismo humano. E ao mesmo tempo fazemos também uma prece por aqueles que morreram. Podermos unir-nos a Deus em prece por eles, já é algo maravilhoso. Mas, como afirma a Escritura,a nossa oração é de valia para os que já morreram, como se afirma em 2 Mac 12, 44-45 e 2 Tim 1, 18: " Que o Senhor lhe conceda misericórdia junto a Deus naquele dia"( 2 Tim. 1, 18), rezou S. Paulo por Onesíforo e sua família.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
PARÓQUIA DE CHAPADINHA - 30/10/2011 DEUS TÃO ALTO E TÃO PRÓXIMO

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PRATICASTES DISCRMINIÇÃO DE PESSOAS ( Ml. 1,9) |
Confira : transcendência e imanência
Há alguma cópia humana em tudo isso : São Paulo, na 2ª leitura de 1Ts. 2, 8 afirma" tanto bem lhes queremos que desejaríamos dar-lhes não sómente o evangelho, mas a própria vida". Concorda com Jesus: " Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a própria vida pelos seus amigos" ( Jo, 15, 13)
O contrário da cópia a anti-cópia: ( fariseus e mestrees da Lei: " colocam pesados fardos" (Mt. 23, 4) " Gostam de lugares de honra" (Mt. 23, 6) " De ser cumprimentados nas praças publicas" ( Mt. 23, 7).
Esqueceram " que todos vocês são irmãos"? ( Mt. 23, 9) e que "o maior deve ser aquele que serve os outros"? ( Mt. 23, 11)
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VOCÊS GOSTAM DE SER CUMPRIMENTADOS NAS PRÇAS PÚBLICAS ( Mt. 23, 7) |
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O QUE FIZEREM AO MENOR DE MEUS IRMÃOS A MIM ESTARÃO FAZENDO ( Mt. 25,40) |
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"O SENHOR DEUS É UM SOL PARA NÓS E UM REFÚGIO PARA O SEU POVO "( SL. 84, 12) |
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
PARÓQUIA DE CHAPADINHA - 28/10/2011- DIREITOS DO IDOSO EM DEBATE NA CÂMARA MUNICIPAL
DIREITO DO IDOSO É TEMA DE DEBATE EM AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DE CHAPADINHA

Um grande número de idosos e de representante de entidades de defesa dos direitos da pessoa idosa compareceu à Câmara Municipal de Chapadinha para debater políticas públicas para os idosos. O evento ocorreu durante toda a manhã de ontem (26).
Estiveram presentes os vereadores Márcia Gomes, Hilda Ponte, Francisca Aguiar e Émerson Aguiar, o promotor da Infância, Juventude, Idoso e Portadores de Deficiência, Gustavo Dias (titular da segunda Promotoria de Justiça), o secretário municipal de Assistência Social, Eduardo Braga, o presidente do Conselho Municipal do Idoso, Eduardo Luis da Silva, a coordenadora da Pastoral da Pessoas Idosa, Regina Nery, a presidente da Fundação Mottinha para a Integração e Valorização da Terceira Idade, Raimunda Maria Motta Sousa e a pediatra Daniele Caprioli. A irmã Maria da Conceição representou a Igreja Católica.
A audiência Pública "IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A ASSISTÊNCIA À PESSOA IDOSA" foi proposta pela Mesa-Diretora da Câmara Municipal, através da Resolução 43/2011 e busca entender mais especificadamente as necessidades das pessoas idosas e subisdiar as proposições legislativas dos vereadores com o objetivo de implementar a Política Municipal para a Assistência à Pessoa Idosa.
A presidenta da Câmara, Márcia Gomes ficou satisfeita com a atenção da sociedade ao debate e às causas do idoso. "Superou até as nossas expectativas a presença da sociedade neste debate. Vamos preparar nossos relatórios com todas as discussões e propostas, para que possamos fortalecer os direitos do idoso, através de requerimentos, emendas e projetos e buscar resultados positivos", disse Márcia.
De acordo com o presidente do Conselho Municipal do Idoso, Eduardo Luis da Silva, dados do IBGE apontam Chapadinha como um dos municípios do Brasil com o maior número de idosos, acima dos 100 anos de idade, em termos proporcionais, o que mostra que temos muitos idosos, e políticas públicas para esse segmento da sociedade são necessárias e urgentes.
Durante o debate, idosos e representantes fizeram intervenções apontando as maiores dificuldades e propondo soluções para as problemáticas ( Do Blog do William Ferandes))
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
PARÓQUIA DE CHAPADINHA - 26/10/2011
O dia Misionário Mundial nasceu de um sonho do Papa Pio XI, que foi o fundador da SOCIEDADE MISSIONÁRIA DA BOA NOVA ( MISSIONÁRIOS DA BOA NOVA), em 1930. Numa Audiência com Cardiais e Bispos pegou numa cestinha e saiu pelo meio pedindo ajuda para a Igreja. Essas Ofertas que recolheu foram destinadas aos lugares onde ainda a evangelização não teria chegado. Terminada a ação simbólica, declarou esse mesmo Domingo como O DOMINGO MISSIONÁRIO MUNDIAL. Era justamente o penúltimo Domingo de Outubro. A intenção era para que fosse celebrado todos os anos e em toda a Igreja como DIA MISSIONÁRIO MUNDIAL. ( Fonte: www.revistaecclesia.com.br outubro-novembro 2011).
Foi ele também que reconheceu a INFÂNCIA MISSIONÁRIA COMO OBRA MISSIONÁRIA PONTIFÍCIA ( em 1922), e do memso modo a OBRA DE SÃO PEDRO APÓSTOLO, ( também em 1922) , e a OBRA DA PROPAGAÇÃO DA FÉ ( também em 1922). Com razão é portanto chamado o PAPA DAS MISSÕES.
sábado, 22 de outubro de 2011
PARÓQUIA DE CHAPADINHA - 23/10/2011 - DIA MUNDIAL DA MISSÃO DA IGREJA

«Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós» (Jo 20, 21):
- Por ocasião do Jubileu do Ano 2000, o Venerável João Paulo II, no início de um novo milénio da era cristã, afirmou com força a necessidade de renovar o empenho de levar a todos o anúncio do Evangelho «com o mesmo entusiasmo dos cristãos da primeira hora» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 58). É o serviço mais precioso que a Igreja pode prestar à humanidade e a cada pessoa que está em busca das razões profundas para viver em plenitude a própria existência. Por isso, o mesmo convite ressoa todos os anos na celebração do Dia Missionário Mundial. Com efeito, o anúncio incessante do Evangelho vivifica também a Igreja, o seu fervor, o seu espírito apostólico, renova os seus métodos pastorais a fim de que sejam cada vez mais apropriados às novas situações — inclusive as que exigem uma nova evangelização — e animados pelo impulso missionário: «A missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade cristãs, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece! A nova evangelização dos povos cristãos também encontrará inspiração e apoio, no empenho pela missão universal» (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 2).
Ide e anunciai:
Este objectivo reaviva-se continuamente através da celebração da liturgia, em especial da Eucaristia, que se conclui sempre evocando o mandato de Jesus ressuscitado aos Apóstolos: «Ide...» (Mt 28, 19). A liturgia é sempre uma chamada «do mundo» e um novo início «no mundo» para testemunhar o que se experimentou: o poder salvífico da Palavra de Deus, o poder salvífico do Mistério pascal de Cristo. Todos aqueles que encontraram o Senhor ressuscitado sentiram a necessidade de O anunciar aos outros, como fizeram os dois discípulos de Emaús. Eles, depois de ter reconhecido o Senhor ao partir o pão, «partiram imediatamente, voltaram para Jerusalém e encontraram reunidos os onze» e contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho (Lc 24, 33-35). O Papa João Paulo II exortava a estarmos «vigilantes e prontos para reconhecer o seu rosto e correr a levar aos nossos irmãos o grande anúncio: “Vimos o Senhor”!» (Carta ap. Novo millennio ineunte, 59).
A todos:
Todos os povos são destinatários do anúncio do Evangelho. A Igreja «por sua natureza é missionária, visto que, segundo o desígnio de Deus Pai, tem a sua origem na missão do Filho e na missão do Espírito Santo» (Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Ad gentes, 2). Esta é «a graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar» (Paulo vi, Exort. ap.Evangelii nutiandi, 14). Consequentemente, nunca pode fechar-se em si mesma. Enraíza-se em determinados lugares para ir além. A sua acção, em adesão à palavra de Cristo e sob a influência da sua graça e caridade, faz-se plena e actualmente presente a todos os homens e a todos os povos para os conduzir rumo à fé em Cristo (cf. Ad gentes, 5).
Esta tarefa não perdeu a sua urgência. Aliás, «a missão de Cristo Redentor, confiada à Igreja, ainda está bem longe do seu pleno cumprimento... uma visão de conjunto da humanidade mostra que tal missão ainda está no começo e que devemos empenhar-nos com todas as forças no seu serviço» (João Paulo II, Enc. Redemptoris missio, 1). Não podemos permanecer tranquilos com o pensamento de que, depois de dois mil anos, ainda existam povos que não conhecem Cristo e ainda não ouviram a sua Mensagem de salvação.
Não só mas aumenta o número daqueles que, embora tendo recebido o anúncio do Evangelho, o esqueceram e abandonaram, já não se reconhecem na Igreja; e muitos âmbitos, inclusive em sociedades tradicionalmente cristãs, hoje são refratários a abrirem-se à palavra da fé. Está em acto uma mudança cultural, alimentada também pela globalização, de movimentos de pensamento e de relativismo imperante, uma mudança que leva a uma mentalidade e a um estilo de vida que prescindem da Mensagem evangélica, como se Deus não existisse e exaltam a busca do bem-estar, do lucro fácil, da carreira e do sucesso como finalidade da vida, inclusive em detrimento dos valores morais.
Co-responsabilidade de todos:
A missão universal envolve todos, tudo e sempre. O Evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas é um dom a partilhar, uma boa notícia a comunicar. E este dom-empenho está confiado não só a algumas pessoas, mas a todos os baptizados, os quais são «raça eleita... nação santa, povo adquirido» (1 Pd 2, 9), para que proclame as suas obras maravilhosas.
Estão envolvidas também todas as suas actividades. A atenção e a cooperação na obra evangelizadora da Igreja no mundo não podem ser limitadas a alguns momentos ou ocasiões particulares, e nem devem ser consideradas como uma das tantas actividades pastorais: a dimensão missionária da Igreja é essencial e, portanto, deve estar sempre presente. É importante que tanto cada baptizado como as comunidades eclesiais se interessem pela missão não de modo esporádico e irregular, mas de maneira constante, como forma de vida cristã. O próprio Dia Missionário não é um momento isolado no decorrer do ano, mas uma ocasião preciosa para nos determos e reflectirmos se e como correspondemos à vocação missionária; uma resposta essencial para a vida da Igreja.
Evangelização global
A evangelização é um processo complexo e inclui vários elementos. Entre estes, uma atenção peculiar da parte da animação missionária sempre foi dada à solidariedade. Este é também um dos objectivos do Dia Missionário Mundial que, através das Pontifícias Obras Missionárias, solicita a ajuda para a realização das tarefas de evangelização nos territórios de missão. Trata-se de apoiar instituições necessárias para estabelecer e consolidar a Igreja mediante os catequistas, os seminários, os sacerdotes; e também de oferecer a própria contribuição para o melhoramento das condições de vida das pessoas em países nos quais são mais graves os fenómenos de pobreza, subalimentação sobretudo infantil, doenças, carência de serviços médicos e para a instrução. Isto também faz parte da missão da Igreja. Anunciando o Evangelho, ela toma a peito a vida humana em sentido pleno. Não é aceitável, afirmava o Servo de Deus Paulo VI, que na evangelização se descuidem os temas relativos à promoção humana, à justiça e à libertação de todas as formas de opressão, obviamente no respeito pela autonomia da esfera política. Não se interessar pelos problemas temporais da humanidade significaria «esquecer a lição que vem do Evangelho sobre o amor ao próximo que sofre e está em necessidade» (cf. Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 31.34); não estaria em sintonia com o comportamento de Jesus, o qual «percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas sinagogas, proclamando a Boa Nova do Reino e curando todas as enfermidades e doenças» (Mt 9, 35).
Assim, através da participação co-responsável na missão da Igreja, o cristão torna-se construtor da comunhão, da paz, da solidariedade que Cristo nos concedeu, e colabora para a realização do plano salvífico de Deus para toda a humanidade. Os desafios que ela encontra chamam os cristãos a caminhar juntamente com os outros, e a missão faz parte integrante deste caminho com todos. Nela conservamos, embora em vasos de barro, a nossa vocação cristã, o tesouro inestimável do Evangelho, o testemunho vivo de Jesus morto e ressuscitado, encontrado e acreditado na Igreja.

Vaticano, 6 de Janeiro de 2011, Solenidade da Epifania do Senhor.
BENEDICTUS PP. XVI
NOTICIÁRIO DA PARÓQUIA :
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FRANCISCO MÁRIO, 2° ANO DE FILOSOFIA. |
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RONALDO, 3° ANO DE TEOLOGIA |
RONALDO emitiu os segundos votos (renovação da sua consagração no INSTITUTO) no dia14 deste mês. PARABÉNS PARA OS DOIS
2)- ESTAMOS AGUARDANDO A CHEGADA DO P.JOÃO DE DEUS .
ESTARÁ VINDO DE ANGOLA PARA PASSAR
3). Domingo passado encerrou o 1° ECC ( ENCONTRO DE CASAIS COM CRISTO) de Santa Quitéria, apadrinhado pelo ECC de CHAPADINHA. . PARABÉNS PARA ELES.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
PARÓQUIA DE CHAPADINHA - 18/10/2011

sábado, 15 de outubro de 2011
PARÓQUIA DE CHAPADINHA - 16/10/2011 - A MOEDA
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EU TE CHAMEI PELO NOME, Is. 45, 4 |
Em Is. 45, 1-6 , Deus chama o meu nome, o teu nome maravilhosamente " Te chamei pelo nome" Te tomei pela mão" e " armei-te guerreiro". Eu sou filho adotivo, eu ganhei o nome da família divina. Jesus me chama pelo nome de irmão, o Pai pelo nome de filho, o Espirito Santo pelo nome de amigo porque Ele é AMOR. O sacramento do batismo significa todos esses três nomes na minha pessoa.. É por isso que eu chamo Pai ao Pai; filho ao Filho igual eu sou filho; e Amor ao Espirito Santo igual eu sou amado dele. " TE CHAMEI PELO NOME" Is. 45, 4.

2° Momento: Na Carta 1 Ts. 1, 4 São Paulo declara mais: " Você é do número dos escolhidos". Reafirmando o que Jesus falou: " Não foram vocês que me escolheram, mas fui eu quem escolhi vocês" ( Jo. 15, 16). Por isso que o evangelho é aquela ALEGRE NOTICIA que diz assim " você é escolhido, o selecionado para a SELEÇÃO, ali do Brasil, aqui para o time de Jesus; Ali para a Seleção, aqui para a Salvação.
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" VOCÊ É DO NÚMERO DOS ESCOLHIDOS" I TS. 1, 4 |
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"DAI A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR E A DEUS O QUE É DE DEUS" ( não chamem deus ao imperador, nem a seu mais ninguém nesta terra)( MT. 22, 20) |
3° Momento: A vocação a uma adoração mais radical do nome de Deus e menos mistura com a ganância . À pergunta dos fariseus vem a resposta de Jesus em Mt 22, 20 " de quem é a inscrição desta moeda?" Concluiu Jesus assim: " Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Temos que saber que a inscrição da moeda romana que os judeus adotavam era a seguinte " TIBÉRIO CÉSAR FILHO DIVINO DO DIVINO AUGUSTO". Os imperadres se arrogavam o direito único de ser " filho de Deus" e " deuses" com direito a submissão completa e "adoração divina" Jesus bateu em cima da ferida da duplicidade: a tentação de adorar a Deus e ao mesmo tempo adorar a política e os deuses dos dominadores porque a política traz dinheiro e status. E isso eles procuravam. Por isso aguardavam o momento da revanche: "Ele se recusou a pagar imposto a César" acusaram Jesus no momento da sua condenação" ( Lc 23,2)
1. P Neves nosso vigário viajou nesta 3ªfeira até Portugal, a fim de estar presente no casamento do
sobrinho, João Manuel Neves, no dia 14, 6ª Feira. Conta ficar com a família uns dois meses, até Novembro. Já ligou dizendo que fez uma ótima viagem, e mandou abraços a todos.
2. Neste final de semana, de 14 a 16 deste mês realizou-se o 1° ECC para Casais de Santa Quitéria. O ECC de Chapadinha é que foi efetivar esse Encontro sendo assim que o ECC de Santa quitéria foi apadrinhado pelo ECC de Chapadinha. Feliz encontro dos Casais com Cristo de S.ta Quitéria



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