Em primeiro lugar,
suponhamos que já conhecemos o seguinte: que a ‘a Bíblia não é palavra por
palavra a palavra de Deus”,(CBI, 1964). Em segundo lugar, que Deus não falou só
ao povo judeu, mas falou também nas outras religiões dos outros povos, que têm
também, podemos dizer, as suas Bíblias, como o concílio Vaticano II acenou, nos
decretos Ad Gentes,1 L.Gentium,16 e Nostra Aetate, n2. Supondo também que
sabemos que a Bíblia concentrou saberes, conhecimentos, poemas, culturas,
lendas, mitos, contos e parábolas, provérbios e salmos doutros povos e
culturas. Partindo disso, colocamos a questão: a serventia da Bíblia para mil e
uma coisas. E nos deparamos com um leque de serventias. Para pastores das
denominações religiosas de hoje, a serventia é um suporte de se apoderar de uma
mina de ouro, extraindo dessa mina recursos da vários canais: dízimos, filmes,
e manual de autoenriquecimento.
Portanto: fonte inesgotável de capital, com a mágica de que esse capital
vem magicamente inquestionável como
sendo de ‘foro privilegiado’, porque é considerado como ‘sagrado’. Sim, a
mentira é o garimpo de enricar o magnata com foro privilegiado porque os
dízimos e seus destinos estão resguardados de toda investigação, podendo formar
até Bancos como o “Dízibanco”. É com esta roupagem e blindagem satânica que
esses indivíduos blindados se posicionaram como deuses e com poder absoluto de
um suporte de foro privilegiado no centro do governo da nação. Para garantir
todas as suas liberdades, regalias e libertinagens inventaram, no meio do que
chamam legal na Câmara dos deputados e no Senado, a máfia que chamaram de
‘Centrão’, e nesse mafioso Centrão plantaram um nome sacado desse livro que tem
serventia para mil e uma coisas, a ‘bancada da Bíblia’. Eles seguem o que os
estudiosos dizem que a religião é a arte que mais poder tem no mundo de alienar
as pessoas. Porque tudo que é ‘religião’ e ‘sagrado’ envolve magia. E foi nisso
que eles se especializaram com técnicas refinadas. E eles não poderiam deixar
essa magia e máfia desse instrumento alienatório que tira a consciência das
pessoas quando é usada com as artes da máfia do deus “ouro”. Daí segue-se,
entre as mil e uma coisas que podem sacar da Bíblia, a mais satânica, perversa
e farisaica da serventia da Bíblia, que é essa: a “bancada da Bíblia” no
Congresso nacional. Isto é, a Bíblia para eles é suporte de todas as más
intenções e manobras perversas e cretinas para influenciar e manobrar a
política da nação. Assim, com muita astúcia, uma parte formou um Partido na
política partidária, e outra metade engrossou o Partido de outros magnatas
iguais a eles para dominarem a política nacional para onde corre quase todo
dinheiro da nação, com a máfia chamada “Emendas secretas”. Extraíram da Bíblia
o que serve para roubar. Cada um saca da Bíblia o que lhe interessa. A esse
tipo de gente interessa então o dinheiro e o poder que sacaram da Bíblia.
Voltando à raiz, a Bíblia por si só é um projeto nacional dos Judeus, no dizer
de muitos estudiosos e críticos históricos. O primeiro projeto fracassou depois
das epopeias de Davi e Salomão. A primeira derrocada começou no reino dividido
Norte-Sul, e polêmicas entre Samaria e Judá. A segunda derrocada: o exílio do
Norte. E a terceira derrocada, o exílio do Sul. Nos momentos de folga se
vingavam dizendo que a restauração iria acontecer por meio de um novo Messias,
mas nunca aconteceu. Chamavam a isso de tempos da escatologia, ou da vingança, por meio de um
Messias, que não veio nunca. Na época de Jesus isso ficou marcado na célebre
afirmação de Pedro, o chefe dos doze apóstolos: “tu és o Messias, o filho do
Deus vivo” (Mt.16,16). Mas a correção do Mestre veio de virada: “tu és para mim
um satanás, uma pedra de tropeço, que não pensas as coisas de Deus mas dos
homens”, (Mt.16,22). Isto aconteceu quando Jesus disse: Eu tenho que sofrer
muito para cumprir a minha missão, ao que Pedro terá respondido que isso
não podia acontecer, ao que Jesus teria treplicado” afasta-te de mim,
satanás, tu não pensas as coisas de Deus mas as dos homens” Mt.16,22.
‘Satanás era quem pretendia que Jesus fosse esse tal Messias ou novo
imperador-restaurador do ‘antigo projeto davídico’. Agora este projeto de Pedro
é o que foi apoiado e adotado pelos magnatas que são donos de Bancos, ao mesmo
tempo que donos de igrejas, ‘apóstolos’, ‘profetas’, e donos de latifúndios de
meio-Brasil. E, na ótica deles, dá para sacar isso da Bíblia porque
introjetaram o imaginário de Pedro. Cada um saca o que quer da Bíblia, e ela dá
pano para isso e para muita manga, inclusive para eles se considerarem os
messias e ‘imperadores’ de hoje. Obs: Não falamos agora da Igreja de Roma
porque a história é longa. Pode olhar bastante repartida nos 10 volumes de
minha autoria “Páginas de Teologia Bíblica para Hoje” de Editora Ray, e nos 05
volumes que estão em preparação. Saibamos só que a Igreja de Roma sacou várias
teologias: a teologia do Cesaropapismo; a teologia adâmica de Paulo e
Agostinho; a teologia metafísica de Aristóteles do deus meta-físico e
meta-histórico com Tomás de Aquino à frente. Sacou também a teologia do
exclusivismo herdado do exclusivismo judaico onde todo mundo tinha que ser
judeu para se salvar, e depois todo mundo tinha que ser católico para se
salvar. E finalmente a teologia da libertação,
mais chegada à prática e imitação da vida de Jesus Cristo. Os
evangélicos da Reforma sacaram da Bíblia o cerne do dilema que é largar de mão
a Lei e aceitar Jesus como salvador em vez da salvação pela lei de Moisés.
Outros movimentos religiosos ou parareligiosos sacaram outras coisas que quiseram,
da Bíblia. A igreja adventista do sétimo dia sacou o imaginário do
‘milenarismo’ e escatologia com as datas até definidas do fim dos tempos e do
mundo; A igreja dos Mormons sacou que um novo restaurador apareceu na pessoa do
fundador, Joseph Smith, testemunhado pelos antigos habitantes das Américas; A
igreja dos Moonitas, da Coreia do Sul sacou que além dos primeiros pais da
humanidade podia haver outros e seriam eles, o casal fundador da igreja dos
Moonitas; A igreja da ciência cristã (USA), que inventou a recusa da medicina
em nome de Deus; A igreja do Ramo daviniano querendo ser considerada um rebento
do mesmo tronco de Davi para partilhar as suas batalhas e o seu império na
América do Norte; Faltava ainda a igreja da identidade cristã, da Europa, para
considerar os europeus como os descendentes legítimos dos judeus da diáspora; E
essa outra dos Israelitas Hebreus Negros, para se considerarem os descendentes
dos primeiros habitantes da humanidade nascidos na África, que povoaram a
Palestina. Sem falar no Islão, que sacou a fúria contra a idolatria, às custas
da violência e da espada. O Islão sacou também, por vantagens machistas, o
domínio da mulher por parte do bicho homem, como puro objeto reprodutivo. Por
irônico que seja, estas duas peças também foram sacadas da Bíblia pela igreja
de Roma, a fúria contra ‘outras religiões’ e o ‘domínio’ do bicho homem sobre a
mulher, afinal fonte da cultura da violência contra a mulher que é uma chaga na
nossa brasilidade. E mais abominável ainda é basear a ‘família tradicional’
nessa aberração que brada aos céus. Cruz credo, Valei-me centelhas das estrelas
divinas para que brilhem nos céus do Brasil e das consciências brasileiras.
A conclusão é que, no
fim das contas, quem mais lucrou as sacar o que quis da Bíblia foram os
‘divinos’ componentes da bancada da bíblia. Tão satânica essa peça pelo que,
por sua vez, dá suporte às outras duas bancadas do congresso nacional e seus
partidos: a bancada da bala, e a bancada do boi. Veja só, como a bancada da
bíblia se encosta na bíblia assim as bancadas da bala e a bancada do boi se
encostam na bancada da bíblia para dizer que são farisaicas e duma cretinice
mafiosa sem nome. Lembrando que todas essas bancadas são do mesmo partido das
Emendas bilionárias que falei. Sobrou uma contaminação geral que contaminou
todo País chamado Brasil.
P.Casimiro João
www.paroquiadechapadinhablogspot.com.br
dSERVENTIA DA BÍBLIA: PRA MIL E UMA COISAS.
Em primeiro lugar,
suponhamos que já conhecemos o seguinte: que a ‘a Bíblia não é palavra por
palavra a palavra de Deus”,(CBI, 1964). Em segundo lugar, que Deus não falou só
ao povo judeu, mas falou também nas outras religiões dos outros povos, que têm
também, podemos dizer, as suas Bíblias, como o concílio Vaticano II acenou, nos
decretos Ad Gentes,1 L.Gentium,16 e Nostra Aetate, n2. Supondo também que
sabemos que a Bíblia concentrou saberes, conhecimentos, poemas, culturas,
lendas, mitos, contos e parábolas, provérbios e salmos doutros povos e
culturas. Partindo disso, colocamos a questão: a serventia da Bíblia para mil e
uma coisas. E nos deparamos com um leque de serventias. Para pastores das
denominações religiosas de hoje, a serventia é um suporte de se apoderar de uma
mina de ouro, extraindo dessa mina recursos da vários canais: dízimos, filmes,
e manual de autoenriquecimento.
Portanto: fonte inesgotável de capital, com a mágica de que esse capital
vem magicamente inquestionável como
sendo de ‘foro privilegiado’, porque é considerado como ‘sagrado’. Sim, a
mentira é o garimpo de enricar o magnata com foro privilegiado porque os
dízimos e seus destinos estão resguardados de toda investigação, podendo formar
até Bancos como o “Dízibanco”. É com esta roupagem e blindagem satânica que
esses indivíduos blindados se posicionaram como deuses e com poder absoluto de
um suporte de foro privilegiado no centro do governo da nação. Para garantir
todas as suas liberdades, regalias e libertinagens inventaram, no meio do que
chamam legal na Câmara dos deputados e no Senado, a máfia que chamaram de
‘Centrão’, e nesse mafioso Centrão plantaram um nome sacado desse livro que tem
serventia para mil e uma coisas, a ‘bancada da Bíblia’. Eles seguem o que os
estudiosos dizem que a religião é a arte que mais poder tem no mundo de alienar
as pessoas. Porque tudo que é ‘religião’ e ‘sagrado’ envolve magia. E foi nisso
que eles se especializaram com técnicas refinadas. E eles não poderiam deixar
essa magia e máfia desse instrumento alienatório que tira a consciência das
pessoas quando é usada com as artes da máfia do deus “ouro”. Daí segue-se,
entre as mil e uma coisas que podem sacar da Bíblia, a mais satânica, perversa
e farisaica da serventia da Bíblia, que é essa: a “bancada da Bíblia” no
Congresso nacional. Isto é, a Bíblia para eles é suporte de todas as más
intenções e manobras perversas e cretinas para influenciar e manobrar a
política da nação. Assim, com muita astúcia, uma parte formou um Partido na
política partidária, e outra metade engrossou o Partido de outros magnatas
iguais a eles para dominarem a política nacional para onde corre quase todo
dinheiro da nação, com a máfia chamada “Emendas secretas”. Extraíram da Bíblia
o que serve para roubar. Cada um saca da Bíblia o que lhe interessa. A esse
tipo de gente interessa então o dinheiro e o poder que sacaram da Bíblia.
Voltando à raiz, a Bíblia por si só é um projeto nacional dos Judeus, no dizer
de muitos estudiosos e críticos históricos. O primeiro projeto fracassou depois
das epopeias de Davi e Salomão. A primeira derrocada começou no reino dividido
Norte-Sul, e polêmicas entre Samaria e Judá. A segunda derrocada: o exílio do
Norte. E a terceira derrocada, o exílio do Sul. Nos momentos de folga se
vingavam dizendo que a restauração iria acontecer por meio de um novo Messias,
mas nunca aconteceu. Chamavam a isso de tempos da escatologia, ou da vingança, por meio de um
Messias, que não veio nunca. Na época de Jesus isso ficou marcado na célebre
afirmação de Pedro, o chefe dos doze apóstolos: “tu és o Messias, o filho do
Deus vivo” (Mt.16,16). Mas a correção do Mestre veio de virada: “tu és para mim
um satanás, uma pedra de tropeço, que não pensas as coisas de Deus mas dos
homens”, (Mt.16,22). Isto aconteceu quando Jesus disse: Eu tenho que sofrer
muito para cumprir a minha missão, ao que Pedro terá respondido que isso
não podia acontecer, ao que Jesus teria treplicado” afasta-te de mim,
satanás, tu não pensas as coisas de Deus mas as dos homens” Mt.16,22.
‘Satanás era quem pretendia que Jesus fosse esse tal Messias ou novo
imperador-restaurador do ‘antigo projeto davídico’. Agora este projeto de Pedro
é o que foi apoiado e adotado pelos magnatas que são donos de Bancos, ao mesmo
tempo que donos de igrejas, ‘apóstolos’, ‘profetas’, e donos de latifúndios de
meio-Brasil. E, na ótica deles, dá para sacar isso da Bíblia porque
introjetaram o imaginário de Pedro. Cada um saca o que quer da Bíblia, e ela dá
pano para isso e para muita manga, inclusive para eles se considerarem os
messias e ‘imperadores’ de hoje. Obs: Não falamos agora da Igreja de Roma
porque a história é longa. Pode olhar bastante repartida nos 10 volumes de
minha autoria “Páginas de Teologia Bíblica para Hoje” de Editora Ray, e nos 05
volumes que estão em preparação. Saibamos só que a Igreja de Roma sacou várias
teologias: a teologia do Cesaropapismo; a teologia adâmica de Paulo e
Agostinho; a teologia metafísica de Aristóteles do deus meta-físico e
meta-histórico com Tomás de Aquino à frente. Sacou também a teologia do
exclusivismo herdado do exclusivismo judaico onde todo mundo tinha que ser
judeu para se salvar, e depois todo mundo tinha que ser católico para se
salvar. E finalmente a teologia da libertação,
mais chegada à prática e imitação da vida de Jesus Cristo. Os
evangélicos da Reforma sacaram da Bíblia o cerne do dilema que é largar de mão
a Lei e aceitar Jesus como salvador em vez da salvação pela lei de Moisés.
Outros movimentos religiosos ou parareligiosos sacaram outras coisas que quiseram,
da Bíblia. A igreja adventista do sétimo dia sacou o imaginário do
‘milenarismo’ e escatologia com as datas até definidas do fim dos tempos e do
mundo; A igreja dos Mormons sacou que um novo restaurador apareceu na pessoa do
fundador, Joseph Smith, testemunhado pelos antigos habitantes das Américas; A
igreja dos Moonitas, da Coreia do Sul sacou que além dos primeiros pais da
humanidade podia haver outros e seriam eles, o casal fundador da igreja dos
Moonitas; A igreja da ciência cristã (USA), que inventou a recusa da medicina
em nome de Deus; A igreja do Ramo daviniano querendo ser considerada um rebento
do mesmo tronco de Davi para partilhar as suas batalhas e o seu império na
América do Norte; Faltava ainda a igreja da identidade cristã, da Europa, para
considerar os europeus como os descendentes legítimos dos judeus da diáspora; E
essa outra dos Israelitas Hebreus Negros, para se considerarem os descendentes
dos primeiros habitantes da humanidade nascidos na África, que povoaram a
Palestina. Sem falar no Islão, que sacou a fúria contra a idolatria, às custas
da violência e da espada. O Islão sacou também, por vantagens machistas, o
domínio da mulher por parte do bicho homem, como puro objeto reprodutivo. Por
irônico que seja, estas duas peças também foram sacadas da Bíblia pela igreja
de Roma, a fúria contra ‘outras religiões’ e o ‘domínio’ do bicho homem sobre a
mulher, afinal fonte da cultura da violência contra a mulher que é uma chaga na
nossa brasilidade. E mais abominável ainda é basear a ‘família tradicional’
nessa aberração que brada aos céus. Cruz credo, Valei-me centelhas das estrelas
divinas para que brilhem nos céus do Brasil e das consciências brasileiras.
A conclusão é que, no
fim das contas, quem mais lucrou as sacar o que quis da Bíblia foram os
‘divinos’ componentes da bancada da bíblia. Tão satânica essa peça pelo que,
por sua vez, dá suporte às outras duas bancadas do congresso nacional e seus
partidos: a bancada da bala, e a bancada do boi. Veja só, como a bancada da
bíblia se encosta na bíblia assim as bancadas da bala e a bancada do boi se
encostam na bancada da bíblia para dizer que são farisaicas e duma cretinice
mafiosa sem nome. Lembrando que todas essas bancadas são do mesmo partido das
Emendas bilionárias que falei. Sobrou uma contaminação geral que contaminou
todo País chamado Brasil.
P.Casimiro João
www.paroquiadechapadinhablogspot.com.br
dSERVENTIA DA BÍBLIA:
PRA MIL E UMA COISAS.
Em primeiro lugar,
suponhamos que já conhecemos o seguinte: que a ‘a Bíblia não é palavra por
palavra a palavra de Deus”,(CBI, 1964). Em segundo lugar, que Deus não falou só
ao povo judeu, mas falou também nas outras religiões dos outros povos, que têm
também, podemos dizer, as suas Bíblias, como o concílio Vaticano II acenou, nos
decretos Ad Gentes,1 L.Gentium,16 e Nostra Aetate, n2. Supondo também que
sabemos que a Bíblia concentrou saberes, conhecimentos, poemas, culturas,
lendas, mitos, contos e parábolas, provérbios e salmos doutros povos e
culturas. Partindo disso, colocamos a questão: a serventia da Bíblia para mil e
uma coisas. E nos deparamos com um leque de serventias. Para pastores das
denominações religiosas de hoje, a serventia é um suporte de se apoderar de uma
mina de ouro, extraindo dessa mina recursos da vários canais: dízimos, filmes,
e manual de autoenriquecimento.
Portanto: fonte inesgotável de capital, com a mágica de que esse capital
vem magicamente inquestionável como
sendo de ‘foro privilegiado’, porque é considerado como ‘sagrado’. Sim, a
mentira é o garimpo de enricar o magnata com foro privilegiado porque os
dízimos e seus destinos estão resguardados de toda investigação, podendo formar
até Bancos como o “Dízibanco”. É com esta roupagem e blindagem satânica que
esses indivíduos blindados se posicionaram como deuses e com poder absoluto de
um suporte de foro privilegiado no centro do governo da nação. Para garantir
todas as suas liberdades, regalias e libertinagens inventaram, no meio do que
chamam legal na Câmara dos deputados e no Senado, a máfia que chamaram de
‘Centrão’, e nesse mafioso Centrão plantaram um nome sacado desse livro que tem
serventia para mil e uma coisas, a ‘bancada da Bíblia’. Eles seguem o que os
estudiosos dizem que a religião é a arte que mais poder tem no mundo de alienar
as pessoas. Porque tudo que é ‘religião’ e ‘sagrado’ envolve magia. E foi nisso
que eles se especializaram com técnicas refinadas. E eles não poderiam deixar
essa magia e máfia desse instrumento alienatório que tira a consciência das
pessoas quando é usada com as artes da máfia do deus “ouro”. Daí segue-se,
entre as mil e uma coisas que podem sacar da Bíblia, a mais satânica, perversa
e farisaica da serventia da Bíblia, que é essa: a “bancada da Bíblia” no
Congresso nacional. Isto é, a Bíblia para eles é suporte de todas as más
intenções e manobras perversas e cretinas para influenciar e manobrar a
política da nação. Assim, com muita astúcia, uma parte formou um Partido na
política partidária, e outra metade engrossou o Partido de outros magnatas
iguais a eles para dominarem a política nacional para onde corre quase todo
dinheiro da nação, com a máfia chamada “Emendas secretas”. Extraíram da Bíblia
o que serve para roubar. Cada um saca da Bíblia o que lhe interessa. A esse
tipo de gente interessa então o dinheiro e o poder que sacaram da Bíblia.
Voltando à raiz, a Bíblia por si só é um projeto nacional dos Judeus, no dizer
de muitos estudiosos e críticos históricos. O primeiro projeto fracassou depois
das epopeias de Davi e Salomão. A primeira derrocada começou no reino dividido
Norte-Sul, e polêmicas entre Samaria e Judá. A segunda derrocada: o exílio do
Norte. E a terceira derrocada, o exílio do Sul. Nos momentos de folga se
vingavam dizendo que a restauração iria acontecer por meio de um novo Messias,
mas nunca aconteceu. Chamavam a isso de tempos da escatologia, ou da vingança, por meio de um
Messias, que não veio nunca. Na época de Jesus isso ficou marcado na célebre
afirmação de Pedro, o chefe dos doze apóstolos: “tu és o Messias, o filho do
Deus vivo” (Mt.16,16). Mas a correção do Mestre veio de virada: “tu és para mim
um satanás, uma pedra de tropeço, que não pensas as coisas de Deus mas dos
homens”, (Mt.16,22). Isto aconteceu quando Jesus disse: Eu tenho que sofrer
muito para cumprir a minha missão, ao que Pedro terá respondido que isso
não podia acontecer, ao que Jesus teria treplicado” afasta-te de mim,
satanás, tu não pensas as coisas de Deus mas as dos homens” Mt.16,22.
‘Satanás era quem pretendia que Jesus fosse esse tal Messias ou novo
imperador-restaurador do ‘antigo projeto davídico’. Agora este projeto de Pedro
é o que foi apoiado e adotado pelos magnatas que são donos de Bancos, ao mesmo
tempo que donos de igrejas, ‘apóstolos’, ‘profetas’, e donos de latifúndios de
meio-Brasil. E, na ótica deles, dá para sacar isso da Bíblia porque
introjetaram o imaginário de Pedro. Cada um saca o que quer da Bíblia, e ela dá
pano para isso e para muita manga, inclusive para eles se considerarem os
messias e ‘imperadores’ de hoje. Obs: Não falamos agora da Igreja de Roma
porque a história é longa. Pode olhar bastante repartida nos 10 volumes de
minha autoria “Páginas de Teologia Bíblica para Hoje” de Editora Ray, e nos 05
volumes que estão em preparação. Saibamos só que a Igreja de Roma sacou várias
teologias: a teologia do Cesaropapismo; a teologia adâmica de Paulo e
Agostinho; a teologia metafísica de Aristóteles do deus meta-físico e
meta-histórico com Tomás de Aquino à frente. Sacou também a teologia do
exclusivismo herdado do exclusivismo judaico onde todo mundo tinha que ser
judeu para se salvar, e depois todo mundo tinha que ser católico para se
salvar. E finalmente a teologia da libertação,
mais chegada à prática e imitação da vida de Jesus Cristo. Os
evangélicos da Reforma sacaram da Bíblia o cerne do dilema que é largar de mão
a Lei e aceitar Jesus como salvador em vez da salvação pela lei de Moisés.
Outros movimentos religiosos ou parareligiosos sacaram outras coisas que quiseram,
da Bíblia. A igreja adventista do sétimo dia sacou o imaginário do
‘milenarismo’ e escatologia com as datas até definidas do fim dos tempos e do
mundo; A igreja dos Mormons sacou que um novo restaurador apareceu na pessoa do
fundador, Joseph Smith, testemunhado pelos antigos habitantes das Américas; A
igreja dos Moonitas, da Coreia do Sul sacou que além dos primeiros pais da
humanidade podia haver outros e seriam eles, o casal fundador da igreja dos
Moonitas; A igreja da ciência cristã (USA), que inventou a recusa da medicina
em nome de Deus; A igreja do Ramo daviniano querendo ser considerada um rebento
do mesmo tronco de Davi para partilhar as suas batalhas e o seu império na
América do Norte; Faltava ainda a igreja da identidade cristã, da Europa, para
considerar os europeus como os descendentes legítimos dos judeus da diáspora; E
essa outra dos Israelitas Hebreus Negros, para se considerarem os descendentes
dos primeiros habitantes da humanidade nascidos na África, que povoaram a
Palestina. Sem falar no Islão, que sacou a fúria contra a idolatria, às custas
da violência e da espada. O Islão sacou também, por vantagens machistas, o
domínio da mulher por parte do bicho homem, como puro objeto reprodutivo. Por
irônico que seja, estas duas peças também foram sacadas da Bíblia pela igreja
de Roma, a fúria contra ‘outras religiões’ e o ‘domínio’ do bicho homem sobre a
mulher, afinal fonte da cultura da violência contra a mulher que é uma chaga na
nossa brasilidade. E mais abominável ainda é basear a ‘família tradicional’
nessa aberração que brada aos céus. Cruz credo, Valei-me centelhas das estrelas
divinas para que brilhem nos céus do Brasil e das consciências brasileiras.
A conclusão é que, no
fim das contas, quem mais lucrou as sacar o que quis da Bíblia foram os
‘divinos’ componentes da bancada da bíblia. Tão satânica essa peça pelo que,
por sua vez, dá suporte às outras duas bancadas do congresso nacional e seus
partidos: a bancada da bala, e a bancada do boi. Veja só, como a bancada da
bíblia se encosta na bíblia assim as bancadas da bala e a bancada do boi se
encostam na bancada da bíblia para dizer que são farisaicas e duma cretinice
mafiosa sem nome. Lembrando que todas essas bancadas são do mesmo partido das
Emendas bilionárias que falei. Sobrou uma contaminação geral que contaminou
todo País chamado Brasil.
P.Casimiro João
www.paroquiadechapadinhablogspot.com.br
dSERVENTIA DA BÍBLIA: PRA MIL E UMA COISAS.
Em primeiro lugar,
suponhamos que já conhecemos o seguinte: que a ‘a Bíblia não é palavra por
palavra a palavra de Deus”,(CBI, 1964). Em segundo lugar, que Deus não falou só
ao povo judeu, mas falou também nas outras religiões dos outros povos, que têm
também, podemos dizer, as suas Bíblias, como o concílio Vaticano II acenou, nos
decretos Ad Gentes,1 L.Gentium,16 e Nostra Aetate, n2. Supondo também que
sabemos que a Bíblia concentrou saberes, conhecimentos, poemas, culturas,
lendas, mitos, contos e parábolas, provérbios e salmos doutros povos e
culturas. Partindo disso, colocamos a questão: a serventia da Bíblia para mil e
uma coisas. E nos deparamos com um leque de serventias. Para pastores das
denominações religiosas de hoje, a serventia é um suporte de se apoderar de uma
mina de ouro, extraindo dessa mina recursos da vários canais: dízimos, filmes,
e manual de autoenriquecimento.
Portanto: fonte inesgotável de capital, com a mágica de que esse capital
vem magicamente inquestionável como
sendo de ‘foro privilegiado’, porque é considerado como ‘sagrado’. Sim, a
mentira é o garimpo de enricar o magnata com foro privilegiado porque os
dízimos e seus destinos estão resguardados de toda investigação, podendo formar
até Bancos como o “Dízibanco”. É com esta roupagem e blindagem satânica que
esses indivíduos blindados se posicionaram como deuses e com poder absoluto de
um suporte de foro privilegiado no centro do governo da nação. Para garantir
todas as suas liberdades, regalias e libertinagens inventaram, no meio do que
chamam legal na Câmara dos deputados e no Senado, a máfia que chamaram de
‘Centrão’, e nesse mafioso Centrão plantaram um nome sacado desse livro que tem
serventia para mil e uma coisas, a ‘bancada da Bíblia’. Eles seguem o que os
estudiosos dizem que a religião é a arte que mais poder tem no mundo de alienar
as pessoas. Porque tudo que é ‘religião’ e ‘sagrado’ envolve magia. E foi nisso
que eles se especializaram com técnicas refinadas. E eles não poderiam deixar
essa magia e máfia desse instrumento alienatório que tira a consciência das
pessoas quando é usada com as artes da máfia do deus “ouro”. Daí segue-se,
entre as mil e uma coisas que podem sacar da Bíblia, a mais satânica, perversa
e farisaica da serventia da Bíblia, que é essa: a “bancada da Bíblia” no
Congresso nacional. Isto é, a Bíblia para eles é suporte de todas as más
intenções e manobras perversas e cretinas para influenciar e manobrar a
política da nação. Assim, com muita astúcia, uma parte formou um Partido na
política partidária, e outra metade engrossou o Partido de outros magnatas
iguais a eles para dominarem a política nacional para onde corre quase todo
dinheiro da nação, com a máfia chamada “Emendas secretas”. Extraíram da Bíblia
o que serve para roubar. Cada um saca da Bíblia o que lhe interessa. A esse
tipo de gente interessa então o dinheiro e o poder que sacaram da Bíblia.
Voltando à raiz, a Bíblia por si só é um projeto nacional dos Judeus, no dizer
de muitos estudiosos e críticos históricos. O primeiro projeto fracassou depois
das epopeias de Davi e Salomão. A primeira derrocada começou no reino dividido
Norte-Sul, e polêmicas entre Samaria e Judá. A segunda derrocada: o exílio do
Norte. E a terceira derrocada, o exílio do Sul. Nos momentos de folga se
vingavam dizendo que a restauração iria acontecer por meio de um novo Messias,
mas nunca aconteceu. Chamavam a isso de tempos da escatologia, ou da vingança, por meio de um
Messias, que não veio nunca. Na época de Jesus isso ficou marcado na célebre
afirmação de Pedro, o chefe dos doze apóstolos: “tu és o Messias, o filho do
Deus vivo” (Mt.16,16). Mas a correção do Mestre veio de virada: “tu és para mim
um satanás, uma pedra de tropeço, que não pensas as coisas de Deus mas dos
homens”, (Mt.16,22). Isto aconteceu quando Jesus disse: Eu tenho que sofrer
muito para cumprir a minha missão, ao que Pedro terá respondido que isso
não podia acontecer, ao que Jesus teria treplicado” afasta-te de mim,
satanás, tu não pensas as coisas de Deus mas as dos homens” Mt.16,22.
‘Satanás era quem pretendia que Jesus fosse esse tal Messias ou novo
imperador-restaurador do ‘antigo projeto davídico’. Agora este projeto de Pedro
é o que foi apoiado e adotado pelos magnatas que são donos de Bancos, ao mesmo
tempo que donos de igrejas, ‘apóstolos’, ‘profetas’, e donos de latifúndios de
meio-Brasil. E, na ótica deles, dá para sacar isso da Bíblia porque
introjetaram o imaginário de Pedro. Cada um saca o que quer da Bíblia, e ela dá
pano para isso e para muita manga, inclusive para eles se considerarem os
messias e ‘imperadores’ de hoje. Obs: Não falamos agora da Igreja de Roma
porque a história é longa. Pode olhar bastante repartida nos 10 volumes de
minha autoria “Páginas de Teologia Bíblica para Hoje” de Editora Ray, e nos 05
volumes que estão em preparação. Saibamos só que a Igreja de Roma sacou várias
teologias: a teologia do Cesaropapismo; a teologia adâmica de Paulo e
Agostinho; a teologia metafísica de Aristóteles do deus meta-físico e
meta-histórico com Tomás de Aquino à frente. Sacou também a teologia do
exclusivismo herdado do exclusivismo judaico onde todo mundo tinha que ser
judeu para se salvar, e depois todo mundo tinha que ser católico para se
salvar. E finalmente a teologia da libertação,
mais chegada à prática e imitação da vida de Jesus Cristo. Os
evangélicos da Reforma sacaram da Bíblia o cerne do dilema que é largar de mão
a Lei e aceitar Jesus como salvador em vez da salvação pela lei de Moisés.
Outros movimentos religiosos ou parareligiosos sacaram outras coisas que quiseram,
da Bíblia. A igreja adventista do sétimo dia sacou o imaginário do
‘milenarismo’ e escatologia com as datas até definidas do fim dos tempos e do
mundo; A igreja dos Mormons sacou que um novo restaurador apareceu na pessoa do
fundador, Joseph Smith, testemunhado pelos antigos habitantes das Américas; A
igreja dos Moonitas, da Coreia do Sul sacou que além dos primeiros pais da
humanidade podia haver outros e seriam eles, o casal fundador da igreja dos
Moonitas; A igreja da ciência cristã (USA), que inventou a recusa da medicina
em nome de Deus; A igreja do Ramo daviniano querendo ser considerada um rebento
do mesmo tronco de Davi para partilhar as suas batalhas e o seu império na
América do Norte; Faltava ainda a igreja da identidade cristã, da Europa, para
considerar os europeus como os descendentes legítimos dos judeus da diáspora; E
essa outra dos Israelitas Hebreus Negros, para se considerarem os descendentes
dos primeiros habitantes da humanidade nascidos na África, que povoaram a
Palestina. Sem falar no Islão, que sacou a fúria contra a idolatria, às custas
da violência e da espada. O Islão sacou também, por vantagens machistas, o
domínio da mulher por parte do bicho homem, como puro objeto reprodutivo. Por
irônico que seja, estas duas peças também foram sacadas da Bíblia pela igreja
de Roma, a fúria contra ‘outras religiões’ e o ‘domínio’ do bicho homem sobre a
mulher, afinal fonte da cultura da violência contra a mulher que é uma chaga na
nossa brasilidade. E mais abominável ainda é basear a ‘família tradicional’
nessa aberração que brada aos céus. Cruz credo, Valei-me centelhas das estrelas
divinas para que brilhem nos céus do Brasil e das consciências brasileiras.
A conclusão é que, no
fim das contas, quem mais lucrou as sacar o que quis da Bíblia foram os
‘divinos’ componentes da bancada da bíblia. Tão satânica essa peça pelo que,
por sua vez, dá suporte às outras duas bancadas do congresso nacional e seus
partidos: a bancada da bala, e a bancada do boi. Veja só, como a bancada da
bíblia se encosta na bíblia assim as bancadas da bala e a bancada do boi se
encostam na bancada da bíblia para dizer que são farisaicas e duma cretinice
mafiosa sem nome. Lembrando que todas essas bancadas são do mesmo partido das
Emendas bilionárias que falei. Sobrou uma contaminação geral que contaminou
todo País chamado Brasil.
P.Casimiro João
www.paroquiadechapadinhablogspot.com.br
dSERVENTIA DA BÍBLIA: PRA MIL E UMA COISAS.
Em primeiro lugar,
suponhamos que já conhecemos o seguinte: que a ‘a Bíblia não é palavra por
palavra a palavra de Deus”,(CBI, 1964). Em segundo lugar, que Deus não falou só
ao povo judeu, mas falou também nas outras religiões dos outros povos, que têm
também, podemos dizer, as suas Bíblias, como o concílio Vaticano II acenou, nos
decretos Ad Gentes,1 L.Gentium,16 e Nostra Aetate, n2. Supondo também que
sabemos que a Bíblia concentrou saberes, conhecimentos, poemas, culturas,
lendas, mitos, contos e parábolas, provérbios e salmos doutros povos e
culturas. Partindo disso, colocamos a questão: a serventia da Bíblia para mil e
uma coisas. E nos deparamos com um leque de serventias. Para pastores das
denominações religiosas de hoje, a serventia é um suporte de se apoderar de uma
mina de ouro, extraindo dessa mina recursos da vários canais: dízimos, filmes,
e manual de autoenriquecimento.
Portanto: fonte inesgotável de capital, com a mágica de que esse capital
vem magicamente inquestionável como
sendo de ‘foro privilegiado’, porque é considerado como ‘sagrado’. Sim, a
mentira é o garimpo de enricar o magnata com foro privilegiado porque os
dízimos e seus destinos estão resguardados de toda investigação, podendo formar
até Bancos como o “Dízibanco”. É com esta roupagem e blindagem satânica que
esses indivíduos blindados se posicionaram como deuses e com poder absoluto de
um suporte de foro privilegiado no centro do governo da nação. Para garantir
todas as suas liberdades, regalias e libertinagens inventaram, no meio do que
chamam legal na Câmara dos deputados e no Senado, a máfia que chamaram de
‘Centrão’, e nesse mafioso Centrão plantaram um nome sacado desse livro que tem
serventia para mil e uma coisas, a ‘bancada da Bíblia’. Eles seguem o que os
estudiosos dizem que a religião é a arte que mais poder tem no mundo de alienar
as pessoas. Porque tudo que é ‘religião’ e ‘sagrado’ envolve magia. E foi nisso
que eles se especializaram com técnicas refinadas. E eles não poderiam deixar
essa magia e máfia desse instrumento alienatório que tira a consciência das
pessoas quando é usada com as artes da máfia do deus “ouro”. Daí segue-se,
entre as mil e uma coisas que podem sacar da Bíblia, a mais satânica, perversa
e farisaica da serventia da Bíblia, que é essa: a “bancada da Bíblia” no
Congresso nacional. Isto é, a Bíblia para eles é suporte de todas as más
intenções e manobras perversas e cretinas para influenciar e manobrar a
política da nação. Assim, com muita astúcia, uma parte formou um Partido na
política partidária, e outra metade engrossou o Partido de outros magnatas
iguais a eles para dominarem a política nacional para onde corre quase todo
dinheiro da nação, com a máfia chamada “Emendas secretas”. Extraíram da Bíblia
o que serve para roubar. Cada um saca da Bíblia o que lhe interessa. A esse
tipo de gente interessa então o dinheiro e o poder que sacaram da Bíblia.
Voltando à raiz, a Bíblia por si só é um projeto nacional dos Judeus, no dizer
de muitos estudiosos e críticos históricos. O primeiro projeto fracassou depois
das epopeias de Davi e Salomão. A primeira derrocada começou no reino dividido
Norte-Sul, e polêmicas entre Samaria e Judá. A segunda derrocada: o exílio do
Norte. E a terceira derrocada, o exílio do Sul. Nos momentos de folga se
vingavam dizendo que a restauração iria acontecer por meio de um novo Messias,
mas nunca aconteceu. Chamavam a isso de tempos da escatologia, ou da vingança, por meio de um
Messias, que não veio nunca. Na época de Jesus isso ficou marcado na célebre
afirmação de Pedro, o chefe dos doze apóstolos: “tu és o Messias, o filho do
Deus vivo” (Mt.16,16). Mas a correção do Mestre veio de virada: “tu és para mim
um satanás, uma pedra de tropeço, que não pensas as coisas de Deus mas dos
homens”, (Mt.16,22). Isto aconteceu quando Jesus disse: Eu tenho que sofrer
muito para cumprir a minha missão, ao que Pedro terá respondido que isso
não podia acontecer, ao que Jesus teria treplicado” afasta-te de mim,
satanás, tu não pensas as coisas de Deus mas as dos homens” Mt.16,22.
‘Satanás era quem pretendia que Jesus fosse esse tal Messias ou novo
imperador-restaurador do ‘antigo projeto davídico’. Agora este projeto de Pedro
é o que foi apoiado e adotado pelos magnatas que são donos de Bancos, ao mesmo
tempo que donos de igrejas, ‘apóstolos’, ‘profetas’, e donos de latifúndios de
meio-Brasil. E, na ótica deles, dá para sacar isso da Bíblia porque
introjetaram o imaginário de Pedro. Cada um saca o que quer da Bíblia, e ela dá
pano para isso e para muita manga, inclusive para eles se considerarem os
messias e ‘imperadores’ de hoje. Obs: Não falamos agora da Igreja de Roma
porque a história é longa. Pode olhar bastante repartida nos 10 volumes de
minha autoria “Páginas de Teologia Bíblica para Hoje” de Editora Ray, e nos 05
volumes que estão em preparação. Saibamos só que a Igreja de Roma sacou várias
teologias: a teologia do Cesaropapismo; a teologia adâmica de Paulo e
Agostinho; a teologia metafísica de Aristóteles do deus meta-físico e
meta-histórico com Tomás de Aquino à frente. Sacou também a teologia do
exclusivismo herdado do exclusivismo judaico onde todo mundo tinha que ser
judeu para se salvar, e depois todo mundo tinha que ser católico para se
salvar. E finalmente a teologia da libertação,
mais chegada à prática e imitação da vida de Jesus Cristo. Os
evangélicos da Reforma sacaram da Bíblia o cerne do dilema que é largar de mão
a Lei e aceitar Jesus como salvador em vez da salvação pela lei de Moisés.
Outros movimentos religiosos ou parareligiosos sacaram outras coisas que quiseram,
da Bíblia. A igreja adventista do sétimo dia sacou o imaginário do
‘milenarismo’ e escatologia com as datas até definidas do fim dos tempos e do
mundo; A igreja dos Mormons sacou que um novo restaurador apareceu na pessoa do
fundador, Joseph Smith, testemunhado pelos antigos habitantes das Américas; A
igreja dos Moonitas, da Coreia do Sul sacou que além dos primeiros pais da
humanidade podia haver outros e seriam eles, o casal fundador da igreja dos
Moonitas; A igreja da ciência cristã (USA), que inventou a recusa da medicina
em nome de Deus; A igreja do Ramo daviniano querendo ser considerada um rebento
do mesmo tronco de Davi para partilhar as suas batalhas e o seu império na
América do Norte; Faltava ainda a igreja da identidade cristã, da Europa, para
considerar os europeus como os descendentes legítimos dos judeus da diáspora; E
essa outra dos Israelitas Hebreus Negros, para se considerarem os descendentes
dos primeiros habitantes da humanidade nascidos na África, que povoaram a
Palestina. Sem falar no Islão, que sacou a fúria contra a idolatria, às custas
da violência e da espada. O Islão sacou também, por vantagens machistas, o
domínio da mulher por parte do bicho homem, como puro objeto reprodutivo. Por
irônico que seja, estas duas peças também foram sacadas da Bíblia pela igreja
de Roma, a fúria contra ‘outras religiões’ e o ‘domínio’ do bicho homem sobre a
mulher, afinal fonte da cultura da violência contra a mulher que é uma chaga na
nossa brasilidade. E mais abominável ainda é basear a ‘família tradicional’
nessa aberração que brada aos céus. Cruz credo, Valei-me centelhas das estrelas
divinas para que brilhem nos céus do Brasil e das consciências brasileiras.
A conclusão é que, no
fim das contas, quem mais lucrou as sacar o que quis da Bíblia foram os
‘divinos’ componentes da bancada da bíblia. Tão satânica essa peça pelo que,
por sua vez, dá suporte às outras duas bancadas do congresso nacional e seus
partidos: a bancada da bala, e a bancada do boi. Veja só, como a bancada da
bíblia se encosta na bíblia assim as bancadas da bala e a bancada do boi se
encostam na bancada da bíblia para dizer que são farisaicas e duma cretinice
mafiosa sem nome. Lembrando que todas essas bancadas são do mesmo partido das
Emendas bilionárias que falei. Sobrou uma contaminação geral que contaminou
todo País chamado Brasil.
P.Casimiro João
www.paroquiadechapadinhablogspot.com.br
dSERVENTIA DA BÍBLIA: PRA MIL E UMA COISAS.
Em primeiro lugar,
suponhamos que já conhecemos o seguinte: que a ‘a Bíblia não é palavra por
palavra a palavra de Deus”,(CBI, 1964). Em segundo lugar, que Deus não falou só
ao povo judeu, mas falou também nas outras religiões dos outros povos, que têm
também, podemos dizer, as suas Bíblias, como o concílio Vaticano II acenou, nos
decretos Ad Gentes,1 L.Gentium,16 e Nostra Aetate, n2. Supondo também que
sabemos que a Bíblia concentrou saberes, conhecimentos, poemas, culturas,
lendas, mitos, contos e parábolas, provérbios e salmos doutros povos e
culturas. Partindo disso, colocamos a questão: a serventia da Bíblia para mil e
uma coisas. E nos deparamos com um leque de serventias. Para pastores das
denominações religiosas de hoje, a serventia é um suporte de se apoderar de uma
mina de ouro, extraindo dessa mina recursos da vários canais: dízimos, filmes,
e manual de autoenriquecimento.
Portanto: fonte inesgotável de capital, com a mágica de que esse capital
vem magicamente inquestionável como
sendo de ‘foro privilegiado’, porque é considerado como ‘sagrado’. Sim, a
mentira é o garimpo de enricar o magnata com foro privilegiado porque os
dízimos e seus destinos estão resguardados de toda investigação, podendo formar
até Bancos como o “Dízibanco”. É com esta roupagem e blindagem satânica que
esses indivíduos blindados se posicionaram como deuses e com poder absoluto de
um suporte de foro privilegiado no centro do governo da nação. Para garantir
todas as suas liberdades, regalias e libertinagens inventaram, no meio do que
chamam legal na Câmara dos deputados e no Senado, a máfia que chamaram de
‘Centrão’, e nesse mafioso Centrão plantaram um nome sacado desse livro que tem
serventia para mil e uma coisas, a ‘bancada da Bíblia’. Eles seguem o que os
estudiosos dizem que a religião é a arte que mais poder tem no mundo de alienar
as pessoas. Porque tudo que é ‘religião’ e ‘sagrado’ envolve magia. E foi nisso
que eles se especializaram com técnicas refinadas. E eles não poderiam deixar
essa magia e máfia desse instrumento alienatório que tira a consciência das
pessoas quando é usada com as artes da máfia do deus “ouro”. Daí segue-se,
entre as mil e uma coisas que podem sacar da Bíblia, a mais satânica, perversa
e farisaica da serventia da Bíblia, que é essa: a “bancada da Bíblia” no
Congresso nacional. Isto é, a Bíblia para eles é suporte de todas as más
intenções e manobras perversas e cretinas para influenciar e manobrar a
política da nação. Assim, com muita astúcia, uma parte formou um Partido na
política partidária, e outra metade engrossou o Partido de outros magnatas
iguais a eles para dominarem a política nacional para onde corre quase todo
dinheiro da nação, com a máfia chamada “Emendas secretas”. Extraíram da Bíblia
o que serve para roubar. Cada um saca da Bíblia o que lhe interessa. A esse
tipo de gente interessa então o dinheiro e o poder que sacaram da Bíblia.
Voltando à raiz, a Bíblia por si só é um projeto nacional dos Judeus, no dizer
de muitos estudiosos e críticos históricos. O primeiro projeto fracassou depois
das epopeias de Davi e Salomão. A primeira derrocada começou no reino dividido
Norte-Sul, e polêmicas entre Samaria e Judá. A segunda derrocada: o exílio do
Norte. E a terceira derrocada, o exílio do Sul. Nos momentos de folga se
vingavam dizendo que a restauração iria acontecer por meio de um novo Messias,
mas nunca aconteceu. Chamavam a isso de tempos da escatologia, ou da vingança, por meio de um
Messias, que não veio nunca. Na época de Jesus isso ficou marcado na célebre
afirmação de Pedro, o chefe dos doze apóstolos: “tu és o Messias, o filho do
Deus vivo” (Mt.16,16). Mas a correção do Mestre veio de virada: “tu és para mim
um satanás, uma pedra de tropeço, que não pensas as coisas de Deus mas dos
homens”, (Mt.16,22). Isto aconteceu quando Jesus disse: Eu tenho que sofrer
muito para cumprir a minha missão, ao que Pedro terá respondido que isso
não podia acontecer, ao que Jesus teria treplicado” afasta-te de mim,
satanás, tu não pensas as coisas de Deus mas as dos homens” Mt.16,22.
‘Satanás era quem pretendia que Jesus fosse esse tal Messias ou novo
imperador-restaurador do ‘antigo projeto davídico’. Agora este projeto de Pedro
é o que foi apoiado e adotado pelos magnatas que são donos de Bancos, ao mesmo
tempo que donos de igrejas, ‘apóstolos’, ‘profetas’, e donos de latifúndios de
meio-Brasil. E, na ótica deles, dá para sacar isso da Bíblia porque
introjetaram o imaginário de Pedro. Cada um saca o que quer da Bíblia, e ela dá
pano para isso e para muita manga, inclusive para eles se considerarem os
messias e ‘imperadores’ de hoje. Obs: Não falamos agora da Igreja de Roma
porque a história é longa. Pode olhar bastante repartida nos 10 volumes de
minha autoria “Páginas de Teologia Bíblica para Hoje” de Editora Ray, e nos 05
volumes que estão em preparação. Saibamos só que a Igreja de Roma sacou várias
teologias: a teologia do Cesaropapismo; a teologia adâmica de Paulo e
Agostinho; a teologia metafísica de Aristóteles do deus meta-físico e
meta-histórico com Tomás de Aquino à frente. Sacou também a teologia do
exclusivismo herdado do exclusivismo judaico onde todo mundo tinha que ser
judeu para se salvar, e depois todo mundo tinha que ser católico para se
salvar. E finalmente a teologia da libertação,
mais chegada à prática e imitação da vida de Jesus Cristo. Os
evangélicos da Reforma sacaram da Bíblia o cerne do dilema que é largar de mão
a Lei e aceitar Jesus como salvador em vez da salvação pela lei de Moisés.
Outros movimentos religiosos ou parareligiosos sacaram outras coisas que quiseram,
da Bíblia. A igreja adventista do sétimo dia sacou o imaginário do
‘milenarismo’ e escatologia com as datas até definidas do fim dos tempos e do
mundo; A igreja dos Mormons sacou que um novo restaurador apareceu na pessoa do
fundador, Joseph Smith, testemunhado pelos antigos habitantes das Américas; A
igreja dos Moonitas, da Coreia do Sul sacou que além dos primeiros pais da
humanidade podia haver outros e seriam eles, o casal fundador da igreja dos
Moonitas; A igreja da ciência cristã (USA), que inventou a recusa da medicina
em nome de Deus; A igreja do Ramo daviniano querendo ser considerada um rebento
do mesmo tronco de Davi para partilhar as suas batalhas e o seu império na
América do Norte; Faltava ainda a igreja da identidade cristã, da Europa, para
considerar os europeus como os descendentes legítimos dos judeus da diáspora; E
essa outra dos Israelitas Hebreus Negros, para se considerarem os descendentes
dos primeiros habitantes da humanidade nascidos na África, que povoaram a
Palestina. Sem falar no Islão, que sacou a fúria contra a idolatria, às custas
da violência e da espada. O Islão sacou também, por vantagens machistas, o
domínio da mulher por parte do bicho homem, como puro objeto reprodutivo. Por
irônico que seja, estas duas peças também foram sacadas da Bíblia pela igreja
de Roma, a fúria contra ‘outras religiões’ e o ‘domínio’ do bicho homem sobre a
mulher, afinal fonte da cultura da violência contra a mulher que é uma chaga na
nossa brasilidade. E mais abominável ainda é basear a ‘família tradicional’
nessa aberração que brada aos céus. Cruz credo, Valei-me centelhas das estrelas
divinas para que brilhem nos céus do Brasil e das consciências brasileiras.
A conclusão é que, no
fim das contas, quem mais lucrou as sacar o que quis da Bíblia foram os
‘divinos’ componentes da bancada da bíblia. Tão satânica essa peça pelo que,
por sua vez, dá suporte às outras duas bancadas do congresso nacional e seus
partidos: a bancada da bala, e a bancada do boi. Veja só, como a bancada da
bíblia se encosta na bíblia assim as bancadas da bala e a bancada do boi se
encostam na bancada da bíblia para dizer que são farisaicas e duma cretinice
mafiosa sem nome. Lembrando que todas essas bancadas são do mesmo partido das
Emendas bilionárias que falei. Sobrou uma contaminação geral que contaminou
todo País chamado Brasil.
P.Casimiro João
www.paroquiadechapadinhablogspot.com.br
dSERVENTIA DA BÍBLIA: PRA MIL E UMA COISAS.
Em primeiro lugar,
suponhamos que já conhecemos o seguinte: que a ‘a Bíblia não é palavra por
palavra a palavra de Deus”,(CBI, 1964). Em segundo lugar, que Deus não falou só
ao povo judeu, mas falou também nas outras religiões dos outros povos, que têm
também, podemos dizer, as suas Bíblias, como o concílio Vaticano II acenou, nos
decretos Ad Gentes,1 L.Gentium,16 e Nostra Aetate, n2. Supondo também que
sabemos que a Bíblia concentrou saberes, conhecimentos, poemas, culturas,
lendas, mitos, contos e parábolas, provérbios e salmos doutros povos e
culturas. Partindo disso, colocamos a questão: a serventia da Bíblia para mil e
uma coisas. E nos deparamos com um leque de serventias. Para pastores das
denominações religiosas de hoje, a serventia é um suporte de se apoderar de uma
mina de ouro, extraindo dessa mina recursos da vários canais: dízimos, filmes,
e manual de autoenriquecimento.
Portanto: fonte inesgotável de capital, com a mágica de que esse capital
vem magicamente inquestionável como
sendo de ‘foro privilegiado’, porque é considerado como ‘sagrado’. Sim, a
mentira é o garimpo de enricar o magnata com foro privilegiado porque os
dízimos e seus destinos estão resguardados de toda investigação, podendo formar
até Bancos como o “Dízibanco”. É com esta roupagem e blindagem satânica que
esses indivíduos blindados se posicionaram como deuses e com poder absoluto de
um suporte de foro privilegiado no centro do governo da nação. Para garantir
todas as suas liberdades, regalias e libertinagens inventaram, no meio do que
chamam legal na Câmara dos deputados e no Senado, a máfia que chamaram de
‘Centrão’, e nesse mafioso Centrão plantaram um nome sacado desse livro que tem
serventia para mil e uma coisas, a ‘bancada da Bíblia’. Eles seguem o que os
estudiosos dizem que a religião é a arte que mais poder tem no mundo de alienar
as pessoas. Porque tudo que é ‘religião’ e ‘sagrado’ envolve magia. E foi nisso
que eles se especializaram com técnicas refinadas. E eles não poderiam deixar
essa magia e máfia desse instrumento alienatório que tira a consciência das
pessoas quando é usada com as artes da máfia do deus “ouro”. Daí segue-se,
entre as mil e uma coisas que podem sacar da Bíblia, a mais satânica, perversa
e farisaica da serventia da Bíblia, que é essa: a “bancada da Bíblia” no
Congresso nacional. Isto é, a Bíblia para eles é suporte de todas as más
intenções e manobras perversas e cretinas para influenciar e manobrar a
política da nação. Assim, com muita astúcia, uma parte formou um Partido na
política partidária, e outra metade engrossou o Partido de outros magnatas
iguais a eles para dominarem a política nacional para onde corre quase todo
dinheiro da nação, com a máfia chamada “Emendas secretas”. Extraíram da Bíblia
o que serve para roubar. Cada um saca da Bíblia o que lhe interessa. A esse
tipo de gente interessa então o dinheiro e o poder que sacaram da Bíblia.
Voltando à raiz, a Bíblia por si só é um projeto nacional dos Judeus, no dizer
de muitos estudiosos e críticos históricos. O primeiro projeto fracassou depois
das epopeias de Davi e Salomão. A primeira derrocada começou no reino dividido
Norte-Sul, e polêmicas entre Samaria e Judá. A segunda derrocada: o exílio do
Norte. E a terceira derrocada, o exílio do Sul. Nos momentos de folga se
vingavam dizendo que a restauração iria acontecer por meio de um novo Messias,
mas nunca aconteceu. Chamavam a isso de tempos da escatologia, ou da vingança, por meio de um
Messias, que não veio nunca. Na época de Jesus isso ficou marcado na célebre
afirmação de Pedro, o chefe dos doze apóstolos: “tu és o Messias, o filho do
Deus vivo” (Mt.16,16). Mas a correção do Mestre veio de virada: “tu és para mim
um satanás, uma pedra de tropeço, que não pensas as coisas de Deus mas dos
homens”, (Mt.16,22). Isto aconteceu quando Jesus disse: Eu tenho que sofrer
muito para cumprir a minha missão, ao que Pedro terá respondido que isso
não podia acontecer, ao que Jesus teria treplicado” afasta-te de mim,
satanás, tu não pensas as coisas de Deus mas as dos homens” Mt.16,22.
‘Satanás era quem pretendia que Jesus fosse esse tal Messias ou novo
imperador-restaurador do ‘antigo projeto davídico’. Agora este projeto de Pedro
é o que foi apoiado e adotado pelos magnatas que são donos de Bancos, ao mesmo
tempo que donos de igrejas, ‘apóstolos’, ‘profetas’, e donos de latifúndios de
meio-Brasil. E, na ótica deles, dá para sacar isso da Bíblia porque
introjetaram o imaginário de Pedro. Cada um saca o que quer da Bíblia, e ela dá
pano para isso e para muita manga, inclusive para eles se considerarem os
messias e ‘imperadores’ de hoje. Obs: Não falamos agora da Igreja de Roma
porque a história é longa. Pode olhar bastante repartida nos 10 volumes de
minha autoria “Páginas de Teologia Bíblica para Hoje” de Editora Ray, e nos 05
volumes que estão em preparação. Saibamos só que a Igreja de Roma sacou várias
teologias: a teologia do Cesaropapismo; a teologia adâmica de Paulo e
Agostinho; a teologia metafísica de Aristóteles do deus meta-físico e
meta-histórico com Tomás de Aquino à frente. Sacou também a teologia do
exclusivismo herdado do exclusivismo judaico onde todo mundo tinha que ser
judeu para se salvar, e depois todo mundo tinha que ser católico para se
salvar. E finalmente a teologia da libertação,
mais chegada à prática e imitação da vida de Jesus Cristo. Os
evangélicos da Reforma sacaram da Bíblia o cerne do dilema que é largar de mão
a Lei e aceitar Jesus como salvador em vez da salvação pela lei de Moisés.
Outros movimentos religiosos ou parareligiosos sacaram outras coisas que quiseram,
da Bíblia. A igreja adventista do sétimo dia sacou o imaginário do
‘milenarismo’ e escatologia com as datas até definidas do fim dos tempos e do
mundo; A igreja dos Mormons sacou que um novo restaurador apareceu na pessoa do
fundador, Joseph Smith, testemunhado pelos antigos habitantes das Américas; A
igreja dos Moonitas, da Coreia do Sul sacou que além dos primeiros pais da
humanidade podia haver outros e seriam eles, o casal fundador da igreja dos
Moonitas; A igreja da ciência cristã (USA), que inventou a recusa da medicina
em nome de Deus; A igreja do Ramo daviniano querendo ser considerada um rebento
do mesmo tronco de Davi para partilhar as suas batalhas e o seu império na
América do Norte; Faltava ainda a igreja da identidade cristã, da Europa, para
considerar os europeus como os descendentes legítimos dos judeus da diáspora; E
essa outra dos Israelitas Hebreus Negros, para se considerarem os descendentes
dos primeiros habitantes da humanidade nascidos na África, que povoaram a
Palestina. Sem falar no Islão, que sacou a fúria contra a idolatria, às custas
da violência e da espada. O Islão sacou também, por vantagens machistas, o
domínio da mulher por parte do bicho homem, como puro objeto reprodutivo. Por
irônico que seja, estas duas peças também foram sacadas da Bíblia pela igreja
de Roma, a fúria contra ‘outras religiões’ e o ‘domínio’ do bicho homem sobre a
mulher, afinal fonte da cultura da violência contra a mulher que é uma chaga na
nossa brasilidade. E mais abominável ainda é basear a ‘família tradicional’
nessa aberração que brada aos céus. Cruz credo, Valei-me centelhas das estrelas
divinas para que brilhem nos céus do Brasil e das consciências brasileiras.
A conclusão é que, no
fim das contas, quem mais lucrou as sacar o que quis da Bíblia foram os
‘divinos’ componentes da bancada da bíblia. Tão satânica essa peça pelo que,
por sua vez, dá suporte às outras duas bancadas do congresso nacional e seus
partidos: a bancada da bala, e a bancada do boi. Veja só, como a bancada da
bíblia se encosta na bíblia assim as bancadas da bala e a bancada do boi se
encostam na bancada da bíblia para dizer que são farisaicas e duma cretinice
mafiosa sem nome. Lembrando que todas essas bancadas são do mesmo partido das
Emendas bilionárias que falei. Sobrou uma contaminação geral que contaminou
todo País chamado Brasil.
P.Casimiro João
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