sábado, 11 de abril de 2020

DEUS DEU FÉRIAS...


Deus deu umas férias pra Igreja. Estava muito ocupada com ritos, com leis, com jejuns, com pecados, com celebrações. Brinquemos agora com flores

Deus deu umas férias para a Humanidade. Estava muito ocupada com viagens a Marte, à Lua, com Estações Orbitais...brinquem agora com máscaras, e om máquinas de respirar.

Estava muito ocupada com mega-inimigos; Briguem agora com micro-inimigos: o micro inimigo coronavírus...

Estava muito ocupada com a grande Amazônia...brinquem agora indo às favelas...

Deus deu também umas férias a pastores milagreiros que enchem de diversão o povo brasileiro. Deus deu umas férias...

quinta-feira, 9 de abril de 2020

A CATEQUESE E A TEOLOGIA AFRICANA SOBRE JESUS


A teologia africana reflete sobre Jesus a partir das circunstâncias históricas sócio-culturais do continente. Defende imagens de um mesmo Jesus encantadoramente africano.

Jesus, o irmão mais velho

Os angolanos cantam “ Jesus Cristo é nosso irmão mais velho. Ele é africano”. Ele defende os irmãos mais novos  que se metem em apuros. Atua como medianeiro entre eles e os pais e os outros irmãos.

Participa com eles nos ritos de passagem através dos quais o irmão se torna pessoa com plenos direitos dentro de sua tribo. São ritos muito diferentes de uma tribo a outra, ligados aos diversos momentos da vida: nascimento, puberdade, matrimônio e morte.

Na realidade africana, esses ritos pressupõem a plena humanidade de Jesus. Os evangelhos mostram que ele, para ser admitido como membro de pleno direto de sua comunidade que que passar por ritos assim, como o batismo.

Jesus, o Antepassado

Se, por meio dos ritos de passagem Jesus se tornou membro de pleno direito da Comunidade humana, é por meio da ressurreição que ele passa a fazer parte da comunidade dos Antepassados. “A morte não significa o termo definitivo da vida, mas é apenas outra modalidade do processo cíclico da existência humana, que tem como referência maior os ancestrais: éa restituição à fonte primeira da vida” (Silva, Antônio da)

A centralidade da ressurreição para a fé cristã indica a possibilidade de que Jesus não seja apenas o primogênito entre os vivos como irmão mais velho, mas também o primogênito entre os vivos que morreram como antepassado.

Em primeiro lugar, os antepassados são mediadores da força de vida para a comunidade. Isto encontra um paralelo no evangelho de João: Jesus água, Jesus pão, Jesus vinho.

Em segundo lugar, os Antepassados são mediadores entre os viventes e Deus. E João Ele é o caminho, verdade e vida.

Em terceiro lugar, os Antepassados velam pela comunidade, e assim Jesus vela também pelos discípulos desolados e lhes promete o Espírito que virá depois da Páscoa.

Jesus, o grande chefe

Segundo a religião tradicional africana a salvação acontece nesta vida. Aliás, como no Antigo Testamento também era assim. É algo que acontece aqui e agora: paz, bem estar social e muitos filhos.

Para os africanos, a figura carismática é o chefe da tribo. Ele tem que ser aquela que vela pela comunidade: ter valentia e heroísmo, sendo capaz de triunfar sobre os inimigos dos mundos terreno e espiritual. Sua autoridade provém de seus ancestrais. Compare com Cristo que era tudo isto na narração dos evangelhos, e sua autoridade vinha do ancestral Davi...

Para reconciliar as tensões entre amigos e inimigos da tribo o chefe deve colocar as necessidades da comunidade  acima do seu bem pessoal. Em seu último ato de reconciliação Jesus colocou em primeiro lugar a comunidade. Na cruz ele reconciliou o mundo com Deus e uns com os outros. Foi o exemplo do perfeito e grande chefe.

Jesus, aquele que cura

Outra figura-chave na vida tribal africana é a pessoa encarregada de restabelecer a vida e a saúde. Para os teólogos africanos, o “nganga” é a pessoa poderosa e complexa da sociedade. Jesus, como grande chefe leva o nome de sacerdote, químico, mago, profeta e vidente.

Para a cura africana, o caráter holístico do chefe é esse: possui o conjunto desses poderes; detectar tanto as causas espirituais quanto sociais do sofrimento ou das tensões da comunidade.

Jesus, o libertador

A teologia negra sul africana assumiu a teologia da libertação. Assumiu a própria história e tradição. Foi-se o tempo da história contada pelos conquistadores holandeses e ingleses que justificavam a escravidão africana. Esta teologia agora defende que Jesus passou a vida restituindo a vida e a dignidade  aos oprimidos e oprimidas, e as tradições que lhes eram negadas.

Com Jesus, e com esta teologia, os leprosos podem agora apresentar  suas oferendas no Templo que antes eram proibidos; os aleijados podem guardar o sábado como os outros; cegos e coxos e crianças podem acompanhar Jesus ao Templo; prostitutas podem reclamar sua entrada no reino dos céus; cobradores de impostos podem também ser chamados filhos de Abraão.

(Cf. Federação Biblica Católica, Nº 42, 1/97).  
Escritores e teólogos referenciais: Guerreiro Vieira, Abrhaam, Blanco e Suana, Manuel Lobato, Medeiros, Souto, Tshibengue, Nhyombi, Silva e Ferreira, Luciano da Costa, Helgesson, Adamo, Pedro João Pereira, Olademo, Adamo, Nnalgbo, Alfredsson, Awolalu, Beyers, Idoun.


sexta-feira, 3 de abril de 2020

UMA REFLEXÃO ALÉM DO DEMAIS


“Estamos entregues à nossa sorte”, se diz às vezes. Isto é, o futuro e o êxito dos acontecimentos atuais depende só de nós.

A questão é o “CORONASVÍRUS”. Você faz? Você vencerá. Não faz? Aumentará as mortes. Não só para você, mas a questão é a humanidade, e a nação.

Está de acordo o paradigma chamado hoje de holística, isto é, de pensar no conjunto, no global. Este paradigma estabelece a relação entre o todo e as partes. E o slogan desta filosofia diz que “O todo vale mais que as partes”. O todo é que precisa vencer, a humanidade precisa vencer; o todo vai-se organizar, as partes vão triunfar.

Vemos sua majestade o REI VÍRUS brincando de chefão no planeta Terra, atacando americano, chinês, italiano, espanhol e sul americano. Você quer vencer sozinho? Nem pensar. É se unindo. Na inteligência e na estratégia. É descobrir a fraqueza dele. Qual é? Ele ataca os indivíduos.

 A nossa estratégia é se unir, no recuo, na fuga do agir sozinho: A vitória está numa derrota estratégica de fuga provisória para partir seguros para a vitória. “Perder uma batalha não é perder a guerra” como diz o jargão. Por isso é que tem o isolamento coletivo.

Está aí a humanidade unida. A Organização Mundial da Saúde. Umas nações auxiliando as outras. Cientistas juntos num estudo conjunto para descobrir a arma que ainda não chegou. Ela vai chegar, é só questão de tempo. “A União faz a força”.

E Deus? Parece que nos deixou entregues à nossa sorte. Vimos que este Rei Vírus mandou o Papa se recolher. Não tem diante dele Papa, nem bispos, nem padres, nem gurús, nem reis, nem rainhas, nem senadores ou deputados, nem bilionário ou pobre. Só vai ter um poder contra ele, qual? A UNIÃO, a “holística”. 

Neste tempo que vivemos de quarentena parecendo uma grande Sexta Feira Santa, em que, como Nosso Senhor, gritamos Pai porque nos abandonaste, vem a propósito este trecho complicado de Etty Hillesum:

Torna-se-me cada vez mais claro o seguinte: que Tu, ó Deus, não nos podes ajudar, mas nós é que temos de ajudar-te, e, ajudando-te, ajudamo-nos a nós. Sim, meu Deus, não nos podes ajudar, mas nós é que temos de ajudar-te, mas quanto às circunstâncias...é evidente que fazem parte indissolúvel desta vida. Também não te chamo à responsabilidade por isso. 

Tu é que podes mais tarde chamar-nos à responsabilidade. E, a cada batida do coração torna-se-me isto mais nítido, que Tu não nos podes ajudar, que nós devemos ajudar-te e, que a morada em nós, onde Tu resides, tem de ser defendida até às últimas”. (citado em José Tolentino de Mendonça – Vulnerabilidade de Deus, 202).

E, semelhante a este, o trecho de Shirley MacLaine: “Somos todos parte do divino. Deus é cada um de nós. Não há separação entre Deus e nós” (citado por João B. Libanio- Introdução à Telogia, 290).

Para reforçar esta filosofia e teologia do holístico, do todo, também esta frase do poeta: “Em cada homem um Deus escondido, uma forma perfeita que se esconde - que se perdeu –numa aldeia dos demônios” (C. de Brito).

Lição moral: Não se diz que Jesus está em nós? Pois o grito dele Pai por quê me abandonaste também está em nós. Abandono de botar o pé no chão. E de se dar conta que é tu que tem que comer o teu próprio pão.

sábado, 28 de março de 2020

EM TEMPOS DE CORONAVIRUS, A PREGUIÇA, O GAROTO E OS HORMÔNIOS – O ENTENDIMENTO DA RELIGIÃO E A DEPRESSÃO


Uma vez um garoto chegava da escola muito feliz. O pai lhe perguntou, por quê hoje vem tão feliz, filho? Ah, pai, hoje o professor me explicou porque é que eu sou preguiçoso. É porque na minha idade os hormônios crescem mais do que eu, e  do que minha vontade...O pai o abraçou.

O Papa Francisco aquietou o povo cristão com uma declaração histórica: O perdão geral. Em tempo de coronavirus e quarentena o povo fica ciente que o coronavirus é maior do que nós. E falou de um perdão bem vindo. 

Sabe, antigamente nos Judeus havia uma Moral chamada casuística, que estudava e esmiuçava até os mínimos detalhes os pecados. Essa herança passou para a Teologia e para a nossa Moral e até tinha também um departamento chamado justamente “Casuística”.

Era uma maneira de medir por centímetros e até por milímetros os graus de falhas, os graus de malícia das ações humanas. Até que ponto Deus podia excluir do seu amor os que não se adequavam ao interminável conjunto de normas estabelecidas pela lei da pureza legal. 

Para manter-se grato aos olhos de Deus o judeu e o cristão via-se obrigado à vigilância e ao esforço contínuos para evitar a impureza e as práticas incessantes do ritos purificatórios e de confissões. 

Ora na impossibilidade prática de conseguir todas essas exigências, as pessoas caíam em depressões perigosas e com sentimentos de culpa perante Deus. Na verdade ainda hoje para muitas pessoas é difícil distinguir o que é culpa, e sentimento de culpa

Sentimento de culpa é se sentir culpado por uma coisa que não é pecado.

Exemplo, alguém imagina que Deus é muito mau e policia e castiga, vê uma criança fazer alguma coisa de que não gosta e imediatamente diz à criança que Deus vai castigar, pois ficou muito zangado. 

A criança fica com muito medo de Deus. E cresce com esse medo. Qualquer coisa que faça fica tremendo: será bem, será mau? Deus vai me castigar? Deus ficou zangado? E esse medo gera insegurança e depressão. E tira a alegria de viver. Sempre aquela ideia :  Deus  fica zangado, e vai me castigar?

Aí gera outro pensamento: Deus não gosta de mim porque é um polícia. Só está me observando para me castigar. É o pior que pode acontecer na vida de uma pessoa. Tirar a alegria de viver.

Pelo contrário, como é diferente a criança quando errou, os pais a abraçando e beijando dizendo, filho, filha, não foi nada, você é tão legal, você está crescendo, você se esforçou, você vai vencer. 

A criança ganha alegria de viver. E com a alegria dos pais ganha a confiança com Deus. Deus é bom, botou os meus pais para me perdoarem. Se eles me amam Deus também me ama.

Foi isso que fez o Papa, declarando que Deus é amigo e o abraço de todas as horas. 

Um conselho, meu amigo, minha amiga: neste tempo de coronavirus aprenda a administrar a sua felicidade, a lidar com você. Você só depende de você para ser feliz. Se ame e se perdoe porque Deus também te ama e te perdoa. Ele é o abraço.

Pouco importa que você esteja em casa ou na rua, pouco importa inclusive que você esteja na academia ou no mercado, se você serve o Verbo de Deus você se encontra no Santuário” (Orígenes, séc.III).

sábado, 21 de março de 2020

OS 40 ANOS NO DESERTO E OS 40 DIAS DE JESUS


Dentro do contexto do Novo Testamento esta é uma afirmação que caracteriza a descrição da vida e história de Jesus como a continuação dos 40 anos do povo de Israel depois da passagem do mar vermelho.

E tem outros paralelos: Jesus saiu das águas do rio Jordão após o batismo e foi para o deserto; os judeus saíram do mar vermelho e foram para o deserto. Por cauda do faraó foram mortos os primogênitos do Egito; a “matança dos inocentes” descreve a figura de Herodes com os mesmos traços do Faraó opressor.

Ou seja, assim  como no Egito tinha  o faraó que decretou a morte dos primogênitos, neste novo país de opressão que era a Palestina tinha outro opressor que era Herodes.

Esta descrição vem logo antes quando em Marcos se diz que depois do batismo de Jesus ele se dirigiu para o deserto onde permaneceu por 40 dias e 40 noites, e “passou fome”: A grande alusão aos 40 anos do antigo povo durante 40 anos no deserto, onde o povo passou fome e sede. 

Aliás, os 40 dias que Jesus “passou” no deserto ainda mais representam o tempo da sua vida pública, em paralelo aos mesmos “quarenta anos” que Israel passou no deserto. 

E assim toda a obra de Jesus se apresenta como “êxodo libertador” até chegar, como primeiro, à “terra prometida” muito melhor e mais fielmente que o antigo Moisés.

Daí as outras afirmações todas pertinentes em alusões ao Antigo Testamento: “desde o Egito chamei o meu filho” (Mt.2,15), referente tanto ao povo judeu como a Jesus. Muitos outros pormenores dos evangelhos se inspiram nas categorias do Êxodo. 

Na Palestina não havia mar, só lago, mas eles chamam-lhe mar em referência ao mar vermelho (o lago de Genesaré), que Israel atravessou para sair da escravidão e encaminhar-se para a terra prometida.

E nos três evangelhos, a terra de escravidão é o país judeu, isto é, a ideologia do judaísmo e as suas instituições. A “terra prometida” está na pessoa e a vida de Jesus, o novo Moisés que é urgente aceitar.

Especialistas anotam outras citações que são alusões a textos do Antigo Testamento relativos ao êxodo do Egito: “tomando o cego pela mão levou-o para fora”(Mc.8,23).  E em Mc.1,43:” Jesus curou o leproso e mandou-o logo “sair”, i. é, “sair das categorias religiosas judaicas que o mantinham marginalizado. 

E também em Jo,2,14 no episódio da expulsão das ovelhas do templo.
Famosa também é alusão à figura do “cordeiro” de Deus em que no evangelho de João se faz o paralelismo do texto de Êx. 12,46 em que não se devia quebrar nenhum osso. Também a Jesus na Cruz não deviam quebrar nenhum osso: “nenhum osso lhe será quebrado” (Jo.19,36).

E por fim temos o paralelismo do maná, alimento dos israelitas durante a travessia do deserto, que foi chamado “pão do céu”. Jesus opõe o outro pão céu que é ele próprio (Jo,6, 57) como alimento para o novo êxodo que agora terá melhor êxito.

É maravilhosa a transposição que os evangelistas fazem dos elementos do antigo êxodo, que é para dizer que é preciso sair dos princípios da sociedade injusta judaica e aceitar a pregação de Jesus, o novo Moisés do Novo Testamento.

sábado, 14 de março de 2020

Qual foi o primeiro rei monoteísta do mundo?


Foi Akhenaton, 1.350  a.C. , que acabou com os dois mil deuses que tinha. Porém, uma peste matou 40 por cento da população, e os seus concidadãos descontentes com o caso atribuíram como castigo dos deuses que ele tinha abandonado.

Os Judeus tiveram, em épocas antigas também vários deuses, como está provado pelos historiadores bíblicos. Porém, pelo ano 700 a.C. uma primeira derrota acabou com a metade do povo. 

A outra metade atribuiu como também como castigo de Javé, com o qual tinham misturado outros deuses. Mas logo logo a outra parte (Judá) também foi aniquilada e levada para Babilônia (560 a.C.). 

Aí também se culparam porque eles mesmos também tinham deuses escondidos, inclusive e deusa Astarte ao lado de Javé.

Então os Judeus apanharam tanto que decidiram só por um deus. Reis antigos houve que fizeram uma aliança de poderes e chegaram a incluir tudo numa única divindade para melhor dominarem o mundo e  com isso se considerarem os senhores do mundo. 

Porém, os judeus não puderam dar-se a esse luxo, e paralelamente culminaram também numa única divindade (Javé) mas levando todo o seu poder para o futuro, onde iriam eles também dominar o mundo. Daí a expressão: “naquele dia”. Porque agora não nos é possível mas no futuro.

Bem, nós sabemos que todas as religiões antigas tinha um deus supremo. E abaixo tinham deuses menores. Nos Judeus também era assim, inclusive o que hoje chamamos Anjos pertenciam a essa classe dos deuses menores, que eram os encarregados de obedecer aos outros. 

Lição moral: A religião, como uma característica da humanidade não anda isolada do movimento do mundo. Ela nasceu e evoluiu dentro dos parâmetros e urgências e necessidades históricas. 

Os judeus não eram os únicos escolhidos do mundo, e nem nós também.  Eu já disse aqui uma vez que o Islão chegou à religião de um só deus pelas armas. E os judeus chegaram pelas necessidades e sofrências históricas.

O hinduísmo oriental também é religião de um só deus. O deus supremo se apresenta com três variantes como Vishnu, Shiva e Brahma. Veja a semelhança com a nossa Trindade. E, segundo a crença, Vishnu apareceu na Terra de várias formas. Veja a semelhança com e encarnação.

sábado, 7 de março de 2020

SÓ LEMBRETES PARA A CAMPANHA DA FRATERNIDADE

1-           A Campanha da Fraternidade deste ano de 2020 nos convida ao cuidado da VIDA e AMOR ao próximo.
“Viu, sentiu compaixão e cuidou dele”. ( Lc 10,33-34)
Qual é a nossa reação quando encontramos alguém necessitando de ajuda? Leia o texto.
2-           Quem ama a Deus e não ama o irmão ou irmã é mentiroso. Como vai o nosso amor para com Deus e para com os nossos irmãos e irmãs? Ame de verdade como Deus nos ama. Pelo menos ame de verdade os da sua casa. Não maltrates, não humilhes.
3-           “É bom não fazer o mal, mas é mal não fazer o bem”. O verdadeiro amor leva a prática do bem.
4-           Ao se levantar diga: Obrigado Senhor: Mas te peço se quiser: Dai-me um coração puro.
5-            A  Preocupação da Igreja é o relacionamento. Veja os Mandamentos.
6-            O verdadeiro jejum é a prática da caridade.
7-           É nas dificuldades que nós crescemos.

Que Deus lhe abençoe por intercessão da Nossa querida Nossa Senhora das Dores. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santos. Amém.

Pe. Ambrósio
FRASES DA IRMÃ DULCE

“Nós somos um lápis com que Deus escreve os textos que Ele quer levar aos corações”

“Dê o máximo de si mesmo em favor do seu irmão”

“O importante é fazer a caridade, não falar de caridade”.

“O corpo é um templo sagrado, a mente é o altar”

“No amor e na fé encontramos as forças necessárias para a nossa missão”

“O que podemos fazer para mudar o mundo? Amar. O amor pode, sim vencer o egoísmo” 
(Santa Dulce dos Pobres).
        NOTICIÁRIO:

1)-  Reunião do CPP, horário às 19h.

2)- Dia 14, sábado são comemorados os 15 anos dos Homens do Terço na nossa paróquia. O horário será na celebração da Santa Missa das 19.30h nesse sábado.


3)- A XV realização da VIA SACRA na rua acontecerá neste ano 2020. Os ensaios começarão nesta segunda feira. Horário, 19h. Local: Centro Paroquial. Participe.

4)- MISSAS DOS IDOSOS E DOENTES: 08/03 na comunidade Sta Teresinha; Em S.to Antônio dia 14/03; Em São Francisco dia 15/03; Em São Raimundo dia 21/03; Comunidade Sag.Cor.de Jesus dia 22/03; Em São Pedro, Santa Ana, e Bom Parto dia 04/04
HOJE O MUNDO CELEBRA O DIA INTERNACIONAL DA MULHER